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Notícias de Turismo

O que fazer em Seattle – atrações imperdíveis na terra do grunge

Crédito: Divulgação - Rudy Willingham / VisitSeattle

Como muitos adolescentes no início da década de 1990, o que fazer em Seattle, nos EUA, sempre foi algo que povoou minha imaginação. Enquanto o movimento grunge eclodia por lá, com bandas como Nirvana, Pearl Jam, Alice in Chains, Soundgarden e companhia distorcendo suas guitarras nas telas da MTV, eu ficava pensando como seria aquele lugar em que a galera ia a todo canto de bermuda ou calça jeans rasgada com camisa xadrez de flanela.

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“Chove o tempo todo nos pontos turísticos de Seattle”, já diziam alguns “entendidos” à época. Mais para frente, séries como Grey’s Anatomy e The Killing ajudaram a reforçar essa fama – que, ao enfim visitar a região, eu descobriria que não passa de mito (sério, chove mais em Miami, na Flórida, ou Houston, Texas, do que lá).

Paulo Basso Jr.
Estátua de Chris Cornell, ex-líder do Soundgarden, ao lado do MoPOP

Melhor assim, já que a temperatura estável, sobretudo nos meses mais quentes do ano, permite aproveitar melhor as atrações em Seattle. E olha que elas são muitas, para os fãs do grunge ou não.

A lista inclui a Space Needle, famosa torre que marca o skyline da cidade, museus da cultura pop e de arte com vidro, um mercado divertidíssimo, uma roda-gigante de frente para o Oceano Pacífico e por aí vai. Ah, e ainda tem as grandes empresas que nasceram ou se consolidaram na região, como Amazon, Microsoft, Starbucks e Boeing.

Tudo isso contribui para a lista de o que fazer em Seattle ser ampla. E muito divertida.

Onde fica Seattle

Paulo Basso Jr.
Waterfront

Antes de sair trilhando os passos de Kurt Cobain ou Jimi Hendrix (pois é, o gênio das guitarras é filho ilustre da cidade), vale a pena saber exatamente onde fica Seattle.

Trata-se da maior cidade do estado de Washington, situado no extremo noroeste dos EUA. De Seattle a Vancouver, no Canadá, por exemplo, são cerca de três horas de carro.

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Não há voos diretos do Brasil para Seattle. Para chegar lá, é preciso fazer escala em cidades como Miami, Nova York, Chicago, Dallas, Houston e Los Angeles. Uma vez na região, dá para alugar um carro, usar aplicativos de motoristas ou ainda o transporte público, que consiste em linhas de metrô e ônibus.

Caminhar também é sempre uma boa opção, mas vale saber que os pontos turísticos de Seattle se espalham por diversos bairros, muitos deles localizados em colinas íngremes, que exigem encarar uma série de ladeiras. Também dá para alugar bikes e patinetes por todo canto.

Quando ir a Seattle

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The Spheres, da Amazon

Ao contrário do que muitas pessoas dizem, não chove tanto assim em Seattle. A precipitação na cidade não é muito diferente de outros destinos americanos famosos, como Nova York e Miami (onde a densidade pluviométrica anual, inclusive, é maior). Por outro lado, faz frio para valer no inverno. Nessa época do ano, o dia é curto e escurece por volta das 15h30.

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Por isso, o melhor é ir para lá na primavera ou no outono, quando as paisagens ficam ainda mais bonitas. O verão, época em que há shows e eventos ao ar livre, também é uma boa pedida. No período mais quente do ano, o sol só se manda perto das 22h. Por outro lado, tudo fica um pouco mais cheio e caro.

O que fazer em Seattle

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O que fazer em Seattle: Chihuly Garden and Glass

Na hora de decidir o que fazer em Seattle, vale saber que os principais pontos turísticos da cidade podem ser visitadas em conjunto, já que ficam próximas. A Space Needle, por exemplo, está colada no Museu da Cultura Pop (MoPOP) e no Chihuly Garden and Glass (museu de vidro). O Pike Place Market, por sua vez, está perto do Waterfront.

Tudo isso se espalha em torno de Downtown Seattle, o centro da cidade, onde há lojas de grife e bons restaurantes. Dali, é fácil chegar às famosas The Spheres, da Amazon, e ao Capitol Hill, distrito onde tudo acontece na noite da cidade.

Se for ficar ao menos três dias por lá, coloque no roteiro as seguintes atrações em Seattle:

  1. Space Needle
  2. Chihuly Garden and Glass
  3. Museu da Cultura Pop (MoPOP)
  4. Pike Place Market
  5. Waterfront
  6. The Spheres e Amazon Go
  7. Starbucks Reserve Roastery
  8. Capitol Hill
  9. The Museum of Flight

Se tiver mais tempo na agenda, considere:

Paulo Basso Jr.
Cervejaria em Ballard
  • Curtir um tour de barco para ver o skyline de Seattle.
  • Ir ao agitado bairro de Ballard, repleto de cervejarias e onde há duas obras públicas famosas: uma estátua do Lenin e outra de um ogro mitológico (Fremont Troll).
  • Visitar a sede da Microsoft na vizinha Redmond.
  • Passar um dia no vizinho e espetacular Mount Rainier National Park.
  • Fazer o The Underground Tour para saber como era Seattle antes do incêndio que levou à reconstrução da cidade.
  • Visitar o bairro de Magnolia, à noite, para ver a cidade iluminada, do alto.
  • Passar uma tarde no Woodland Park Zoo.
  • Jantar em Downtown Seattle, quem tem restaurantes de rede, como o The Cheesecake Factory e a The Yard Cafe, e boas surpresas, a exemplo do Japonessa Sushi.
Paulo Basso Jr.
Japonessa Sushi, em Seattle

Atrações em Seattle: os pontos turísticos da cidade

Na hora de planejar o que fazer em Seattle, não importa a ordem das atrações. Aqui vão os detalhes de cada lugar que não pode ficar de fora do seu roteiro.

  • Space Needle

Paulo Basso Jr.
O que fazer em Seattle: Space Needle

Erguida em 1962 para celebrar a Expo 62, exposição sobre o século 21 que atraiu 10 milhões de visitantes, a Space Needle é o cartão-postal mais famoso de Seattle. Trata-se de uma torre de 184 metros de altura (mais ou menos metade da Torre Eiffel, de Paris), da qual se tem uma linda vista da cidade.

Um elevador que atinge 16 km/h leva ao observatório. Lá, há dois andares, ambos cercados de vidro, No primeiro, o grande barato é se debruçar em bancos de acrílico, inclinando-se de frente para o chão, para dar aquele friozinho na barriga.

O piso inferior, por sua vez, é giratório e tem chão de vidro. Uma vez lá, você pode ficar parado e, em cerca de 30 minutos, ter uma vista em 360 graus da cidade, ou caminhar para curtir com mais tempo os pontos de interesse.

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Por dentro da Space Needle

Diante de seus pés estarão os espigões envidraçados de Downtown, as águas da Baía de Elliott – onde param navios de cruzeiros e repousa uma roda-gigante – e, nos dias mais claros, o espetacular Mount Rainier, vulcão ativo que tem neve eterna no topo e que, para os moradores de Seattle, é o verdadeiro símbolo local.

O ingresso da Space Needle pode ser combinado com o do Chihuly Garden and Glass, o que ajuda a economizar alguns dólares na hora de encarar a lista com tudo o que fazer em Seattle. Os sites oficiais de ambos os destinos oferecem a opção do combo.

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  • Chihuly Garden and Glass

Paulo Basso Jr.
Chihuly Garden and Glass

Grudado na Space Needle, o Chihuly Garden and Glass é um lugar surpreendente, no duro, e um dos principais pontos turísticos de Seattle. Ali, é possível ver algumas das fascinantes obras de Dale Chihuly, artista nascido na região e que usa vidros coloridos para representar elementos da natureza – em geral, flores e plantas.

Parte do museu é fechada, com as obras ressaltadas em ambientes com chão, paredes e tetos pretos. Um barco e um jardim repleto de rosas, camélias e outras flores chama a atenção.

Paulo Basso Jr.
Atrações em Seattle: Chihuly Garden and Glass

Na área externa do Chihuly Garden and Glass, há um pavilhão com teto de vidro, onde está uma das maiores obras do museu, com 30 metros de folhas amarelas, laranjas e âmbares. Ao lado, destaca-se um jardim natural enfeitado pelas obras de Chihuly em tons vermelho, azul, branco, roxo e amarelo, entre outros.

Dali, dá para ver a Space Needle se projetando sobre o museu. Separe um tempo ainda para curtir a exposição ao ar livre que rola a cada meia hora e mostra algumas técnicas usadas pelo artista para fazer vasos de vidro, por exemplo.

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  • Museu da Cultura Pop (MoPOP)

Paulo Basso Jr.
Fachada do MoPOP

Este museu é tão espetacular que merece um capítulo à parte – que, inclusive, você pode ler aqui. Para quem vai a Seattle atrás da história do grunge, este é o lugar.

Explico: atualmente, até rolam alguns shows legais nos parques e casas noturnas da cidade, especialmente no verão, mas não há mais uma cena de roqueiros tocando guitarra e bateria de forma crua, como a que conquistou o mundo no início da década de 1990. É no Museu da Cultura Pop, ou simplesmente MoPOP, que você tem mais acesso a essas referências.

Paulo Basso Jr.
Furacão de instrumentos do MoPOP

Também localizado ao lado da Space Needle, o local é marcado por uma fachada colorida e ousada, desenhada pelo arquiteto Frank O. Gehry. Dentro dele, há salas dedicadas a bandas como Nirvana e Pearl Jam, além de Jimi Hendrix. Instrumentos musicais, roupas, acessórios e fotos históricas são usados para contar a trajetória dos artistas.

Os fãs de filmes também se divertem no MoPOP. O museu conta com espaços ligados a obras de terror, ficção científica e fantasia. Assim, você se depara com o chapéu do Indiana Jones, o braço cortado de Luke Skywalker, de Star Wars, fantasias de Harry Potter e O Senhor dos Anéis, um ambiente sinistro do Walking Dead e por aí vai.

Paulo Basso Jr.
Guitarra usada por Jimi Hendrix em Woodstock

Na hora de definir o que fazer em Seattle, tenha em mente que dá para passar um período inteiro ou até o dia todo no MoPOP. Assim, dá para curtir ainda outros ambientes, como um laboratório para criar sua própria música, uma sala com jogos indies e o monumento símbolo do museu, uma espécie de furacão enorme formado por instrumentos musicais.

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  • Pike Place Market

Paulo Basso Jr.
Pike Place Market

O Pike Place Market é, possivelmente, um dos mercados públicos mais originais do mundo. Marcado pela venda de peixes e frutos do mar frescos, o local cresceu de forma caótica e, ao mesmo tempo, ousada para abraçar todo tipo de produto.

Hoje, quem vai até lá se ê em um emaranhado de lojas distribuídas por andares estreitos, com escadas claustrofóbicas e chão de madeira. Mesmo assim, não dá vontade de ir embora, tamanha a variedade de produtos à disposição: brinquedos, utensílios domésticos, objeto de decoração, fumo. Parece ter um pouco de tudo por lá.

Do lado de fora, na rua em frente ao portão principal, a Pike Place, há diversos restaurantes, todos eles com filas eternas nas portas. A que mais se destaca é a da Starbucks, uma vez que ali está a primeira loja do mundo da marca, aberta em 1971.

Paulo Basso Jr.
Primeira Starbucks do mundo

Pequena, a loja honra as origens e só serve expressos tirados em uma máquina semiautomática. Mesmo assim, vale a pena passar por lá, nem que for para tirar uma foto em frente ao logotipo oficial da marca da sereia.

Na lista de o que fazer em Seattle, também vale aproveitar a ida ao v Pike Place Market para visitar o vizinho Gum Wall. Trata-se de um beco cujas paredes estão tomadas por chicletes mastigados. É meio nojento, mas a tradição, iniciada na década de 1990 por pessoas entediadas que aguardava na fila para entrar em um teatro local, transformou a região em ponto turístico.

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Gum Wall
  • Waterfront

O Waterfront não é a região mais bonita, mas sem dúvida uma das mais divertidas de Seattle. Ali, dá para ver a baía do lato de uma roda-gigante e fazer tours de cruzeiro para ver o belo skyline da cidade.

Eu fiz um com a Argosy Cruises e curti. Dura uma hora, mais ou menos, e dá para observar diversas atrações de Seattle, como a Space Needle, e os modernos estádios de futebol americano e beisebol, que ficam lado a lado.

Paulo Basso Jr.
O que fazer em Seattle: Waterfront

Outra opção recomendada é pegar um dos Washington State Ferries para ir até a Bainbridge Island passar o dia. O local conta com boa infraestrutura turística, mas o melhor mesmo é fazer o passeio para observar a cidade desde o mar.

Uma vez no Waterfront, também dá para ir ao Aquarium Seattle, que não é dos mais modernos. Melhor que isso é comer nos restaurantes locais, que embora sejam meio pega-turistas, mantêm algumas tradições.

No Ivar’s Acres of Clams, por exemplo, você pode provar clam chowder, um ensopado de mariscos que é uma delícia. Já no The Crab Pot Seattle é servido o clássico “potão”, que consiste em uma tigela com vários frutos do mar, entre eles camarões, ostras e caranguejos, despejada na mesa (sim, diretamente) para os comensais de plantão.

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  • The Spheres e Amazon Go

Paulo Basso Jr.
Seattle é a terra da Amazon

As The Spheres, ou “Bolas do Bezos”, merecem fazer parte da lista de o que fazer em Seattle. Situadas na região de Denny Triangle, ficam em meio a grandes prédios de escritórios e foram construídas a mando de Jeff Bezos, o todo-poderoso da Amazon.

O conjunto consiste em três esferas transparentes que abrigam salas de reunião, espaços multimídia e áreas de trabalho flexíveis em meio a plantas de todo o mundo. Uma das salas, inclusive, tem um formato de ninho de pássaro.

Para visitar as The Spheres, é preciso fazer reserva com pelo menos um mês de antecedência no site oficial. Há tours não guiados disponíveis aos fins de semana. Funcionários da Amazon também podem entrar com um acompanhante.

Vale a pena ir até lá, no entanto, nem que for para fazer fotos por fora. E, dali, visitar a vizinha Amazon Go, loja-conceito da empresa de Bezos (há outras espalhadas pela cidade) em que você faz compras sem passar por caixas (humanos ou eletrônicos).

Paulo Basso Jr.
Loja Amazon Go

Basta baixar o app da Amazon, pegar o produto que quiser e sair – supostamente, scanners o rastrearão e enviarão a fatura para o cartão registrado no aplicativo. Moderno demais.

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  • Starbucks Reserve Roastery

Paulo Basso Jr.
Starbucks Reserve Roastery

Aqui, as filas não chegam a ser tão grandes quanto as da primeira Starbucks, no Pike Place Market, mas a disputa para tomar um cafezinho também é grande.

A Starbucks Reserve Roastery se transformou em uma das grandes atrações em Seattle por exibir todo o maquinário de produção do café. Lá, dá para ver desde as grandes fornalhas de torra até as esteiras com os saquinhos prontos para venda.

O local conta com loja, uma cafeteria que serve especialidades de todo o mundo, um bar de coquetéis feitos à base de café e restaurantes com opções doces e salgadas. Prepare-se para colocar a mão no bolso, pois tudo é caro por lá. A visita, mesmo assim, vale a pena.

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Victrola Coffee Roasters

Os cafés, por sinal, devem sempre entrar no roteiro de o que fazer em Seattle. Há muitos na cidade, por toda a parte. Apesar da fama do Starbucks, muitos locais defendem que o melhor da região é o do Victrola Coffee Roasters. E a boa notícia é que há uma filial bem ao lado da Starbucks Reserve Roastery.

  • The Museum of Flight

Para os fãs de aviões, esta é uma espécie de Disney World. Enorme, o The Museum of Flight, ou Museu da Aviação de Seattle, reúne diversos exemplares, como caças, aeronaves civis da Boeing (um dos primeiros 747 da história está lá), um Concorde e veículos espaciais.

Divulgação – VisitSeattle
Museum of Flight

O mais divertido de tudo é que dá para entrar em algumas aeronaves, com destaque para o Air Force One, usado por diversos presidentes americanos. Outro destaque do museu é o hangar reconstruído em que a Boeing montava seus primeiros aviões.

  • Capitol Hill

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Elysian Brewing

A noite de Seattle é agitada, e quase tudo acontece em Capitol Hill, distrito repleto de bares, cervejarias, restaurantes, sorveterias, lojas e galerias de arte. O clima descontraído toma conta dos meses mais quentes da região.

De bares clássicos, como o Linda’s e o The Unicorn, a moderninhos, como Optimism Brewing, Elysian Brewing e o Hula Hula, vale a pena fazer algumas peregrinações por lá. No fim da noite, se a fome apertar, passe no Lost Lake Cafe, único no pedaço que fica aberto 24 horas, ou no Dick’s, que vende hambúrgueres baratíssimos.

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Dick’s, em Capitol Hill

O que não é legal em Seattle

Paulo Basso Jr.
O que fazer em Seattle: Fremont Troll
  • Andar à noite em Downtown não chega a ser inseguro, mas há muitos moradores de rua que, por vezes, abordam os turistas.
  • As filas de algumas atrações em Seattle, como a da Starbucks original, são enormes.
  • Não deixe para comer depois das 22h, pois poucos restaurantes ficam abertos.
  • Prepare-se para subir muitas ladeiras, uma vez que os bairros de Seattle se espalham por colinas.

Onde ficar em Seattle

  • Hilton Seattle

Dos hotéis de rede em Downtown Seattle, é um dos que oferece melhor custo-benefício. Está bem localizado, a uma curta caminhada do Pike Place Market, e conta com quartos grandes.

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  • Fairmont Olympic Hotel

Para quem procura luxo ao listar o que fazer em Seattle, é uma das melhores opções de hospedagem em Seattle. Tem quartos clássicos, com banheiros reformados e conceitos modernos. O lobby, belíssimo, abriga um bar, onde é servido também o café da manhã à la carte.

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  • Hyatt At Olive 8

Este é um dos hotéis mais modernos de Downtown Seattle. Tem quartos confortáveis, bom custo-benefício e fica a uma curta caminhada de diversas atrações, como o Waterfront e as The Spheres.

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  • Hyatt House Seattle

A grande vantagem deste hotel é que ele fica grudado na Space Needle, no MoPOP e no Chihuly Garden and Glass. Há também muitos restaurantes nos arredores, assim como o Olympic Sculpture Park, uma área boa para caminhar. Os quartos contam com copa, o que pode ser ótimo para famílias que buscam o que fazer em Seattle. Além disso, o hotel é pet friendly.

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