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SeaWorld e Projeto Tamar se unem para proteger tartarugas marinhas

17 de março de 2017

Por Maria Beatriz Vaccari

A luta pela preservação das tartarugas marinhas irá ficar ainda mais forte com uma parceria entre o SeaWorld Parks & Entertainment e o projeto conservacionista brasileiro Tamar. A expectativa é de que a iniciativa permita um intercâmbio de conhecimentos entre os profissionais do Brasil e dos Estados Unidos. Até agora, eles anunciaram que pretendem elaborar projetos conjuntos nas áreas de resgate, reabilitação, pesquisa e educação ambiental.

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O SeaWorld atua há mais de 50 anos na preservação de espécies. Depois do lançamento do documentário “Blackfish” (2013), que mostra a história da orca assassina Tilikum, responsável por matar sua treinadora em 2010 durante uma apresentação no parque de Orlando, nos Estados Unidos, o grupo faz ainda mais questão de divulgar suas propostas ligadas à conservação da vida selvagem. Além disso, a galera que visita os parques recebe instruções e dicas para ajudar os animais marinhos, entender seus comportamentos e preservar o ambiente em que eles vivem.

“Atualmente, temos 65 projetos focados em tartarugas ao redor do mundo. Desde 1980, resgatamos 1.960 tartarugas de diferentes espécies, sendo que 1.325 foram reabilitadas e devolvidas à natureza”, conta Jim Kinsler, gerente de aquários do SeaWorld Orlando, nos Estados Unidos. “Nosso programa de resgate não para. Não tiramos folgas em finais de semana ou qualquer tipo de descanso. São vários profissionais da área disponíveis 24 horas por dia”, completa.

Outros projetos no Brasil

A parceria com o Projeto Tamar é só um dos muitos projetos que envolvem os profissionais do SeaWorld no Brasil. O grupo participa de projetos para proteger animais selvagens, por exemplo, boto, peixe-boi e pinguins que se perdem durante o trajeto e acabam parando no litoral do Nordeste.

Para dar ainda mais foco ao Brasil, eles lançaram a iniciativa “Curtir & Preservar”. Quando os clientes adquirirem produtos opcionais ao ingresso (como planos de refeição, corta filas e tours exclusivos) com agências brasileiras, US$ 2 dólares de cada compra são doados ao SeaWorld & Busch Gardens Conservation Fund. A instituição sem fins lucrativos irá repassar esses valores aos projetos de preservação do Brasil, incluindo o do Tamar.