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Quanto custa ir à Copa de 2026: veja preços e dicas

  • Créditos/Foto:Divulgação
  • 17/Abril/2026
  • Redação

A Copa do Mundo de 2026 será a maior da história em número de seleções e também a mais cara, mesmo porque envolve um desafio logístico inédito para torcedores. Pela primeira vez, o torneio reunirá 48 equipes e será disputado em três países ao mesmo tempo – Estados Unidos, México e Canadá –, o que amplia não apenas as distâncias, mas também os custos envolvidos na viagem.

Com a expectativa de que mais de 70 mil brasileiros viagem à América do Norte para acompanhar os jogos, o planejamento financeiro já se tornou parte central da experiência. Levantamento da fintech Nomad, que analisou o comportamento de consumo de sua base de mais de 3,8 milhões de clientes, indica que organizar roteiro, definir orçamento e escolher bem as cidades-base será decisivo para viabilizar a viagem.

Como a dimensão continental do torneio exige uma estratégia diferente das Copas anteriores, recomenda-se definir uma “base” para acompanhar os jogos, evitando deslocamentos longos entre sedes. Nos Estados Unidos, por exemplo, a escolha costuma se dividir entre três regiões: Costa Leste, com cidades como Nova York, Boston e Miami; Costa Oeste, com Los Angeles, San Francisco e Seattle; ou o eixo central e sul, com Dallas, Atlanta e Houston.

Outro fator que influencia o planejamento é a necessidade de lidar com três moedas distintas: dólar americano, peso mexicano e dólar canadense. Por isso, a recomendação é centralizar o orçamento e planejar os gastos com antecedência, reduzindo a necessidade de trocas frequentes de moeda ao longo da viagem.

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Quanto custa ir à Copa de 2026

Os custos variam de acordo com o perfil da viagem e o país escolhido como base, mas já é possível traçar estimativas para uma estadia de sete dias, considerando passagens, hospedagem, alimentação e lazer. Os dados são da Nomad, que compilou valores médios a partir do comportamento real de brasileiros viajando pela América do Norte.

Estados Unidos têm maior variação de preços

Nos Estados Unidos, onde estão 11 das cidades-sede, os valores apresentam a maior amplitude. De acordo com a Nomad, uma viagem econômica pode custar entre R$ 8.000 e R$ 11.000 por pessoa, enquanto um roteiro confortável, com hotéis de padrão médio e refeições em restaurantes, varia de R$ 15.000 a R$ 22.000. Já experiências de luxo partem de R$ 25.000.

Além do custo mais elevado, o país exige planejamento logístico mais detalhado. As distâncias entre as cidades são grandes, o que reforça a necessidade de concentrar os jogos em uma mesma região. De quebra, os custos com transporte e hotelaria estão bem acima da média durante o Mundial.

México aparece como opção mais acessível

Com três sedes – Cidade do México, Guadalajara e Monterrey –, o México desponta como o destino com melhor relação custo-benefício. Segundo a Nomad, uma viagem econômica gira entre R$ 7.000 e R$ 9.000, enquanto um roteiro mais confortável varia de R$ 12.000 a R$ 16.000.

Além dos preços mais baixos, o custo geral de vida no país tende a ser mais acessível, o que ajuda a equilibrar o orçamento durante o período do torneio.

Canadá combina alto custo e experiência urbana

No Canadá, que receberá jogos em cidades como Toronto e Vancouver, os custos tendem a ser mais altos. De acordo com a Nomad, uma viagem econômica varia entre R$ 10.000 e R$ 13.000, enquanto roteiros mais confortáveis ficam entre R$ 16.000 e R$ 22.000. Já experiências de luxo podem ultrapassar R$ 40.000.

O perfil das cidades canadenses, com forte apelo urbano e foco em experiências, também influencia o padrão de gastos, especialmente em atrações e gastronomia.

Como o brasileiro deve gastar durante a viagem

Além dos custos básicos, o levantamento da Nomad também detalha como os brasileiros costumam distribuir seus gastos durante viagens pela América do Norte. As compras lideram o orçamento, representando cerca de 28,1% das transações, seguidas por mercados (21,4%), restaurantes (18,2%), lazer (13,9%) e transporte (13,0%).

Consumo nos Estados Unidos

Nos Estados Unidos, os dados da Nomad mostram um perfil de turista mais independente. O uso de transporte público e aplicativos é intenso, com sistemas como o metrô de Nova York entre os mais utilizados pelos brasileiros. A tarifa normal de Manhattan até o MetLife Stadium, que é de US$ 12,90, deve chegar a US$ 100 nos dias dos jogos. Para quem preferir alugar carros, os estacionamentos preveem cobrar US$ 175.

Ao mesmo tempo, há forte presença em redes de desconto, como Ross, Marshalls e TJ Maxx, que concentram grande volume de transações. Na alimentação, redes como McDonald’s e Starbucks aparecem entre as mais frequentes no dia a dia, enquanto restaurantes como Olive Garden e Cheesecake Factory são escolhas comuns para refeições mais longas.

Hábitos no Canadá e no México

No Canadá, o comportamento se aproxima do de um morador local. Segundo a Nomad, brasileiros utilizam com frequência sistemas integrados de transporte e investem em atrações urbanas. Em Toronto, por exemplo, a CN Tower aparece entre os principais pontos de gasto, tanto pela visita quanto pela experiência gastronômica.

Já no México, a mobilidade é dominada por aplicativos locais, com destaque para a Didi (com motoristas, tipo Uber), que lidera tanto em número de transações quanto em volume financeiro. O levantamento também mostra que o uso de dinheiro em espécie ainda é comum, especialmente em mercados de rua e compras de artesanato. Redes como Starbucks aparecem como ponto recorrente de consumo e apoio ao turista.

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