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Por que as ilhas da Polinésia são tão lindas

16 de Maio de 2018

Por Paulo Basso Jr.

Território ultramarino da França, a Polinésia é composta por 118 ilhas e atóis espalhados por cinco arquipélagos que ocupam um espaço no mapa semelhante ao do continente europeu (embora as porções de terra sejam mínimas).

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Philippe Bacchet

Vista aérea do atol de Rangiroa, na Polinésia Francesa

Boa parte das ilhas da Polinésia, de formação vulcânica, é circundada por um anel de corais que buscam alimento no oceano e crescem milimetricamente ano após ano, avançando sobre as águas enquanto a ilha que os originou, no interior, submerge devagar ao longo do tempo.

Ilhas da Polinésia: beleza estonteante

Essa característica geográfica dá o tom (ou os tons) do visual local, que na prática compreende em ilhas montanhosas tomadas por verde e cercadas por lagoas de água salgada com diversas matizes de azul delimitadas pela formação coralínea, quando são interrompidas até que, do lado oposto do anel, surja o azul profundo do mar.

É bem mais fácil ver do que ler, e a vista aérea de Bora Bora é o exemplo máximo do quanto essa geografia é fascinante.

Raymond Sahuquet

Tetiaroa, um dos mais lindos atóis da região

Em alguns pontos da Polinésia, a ilha principal submergiu completamente e restou apenas a barreira de corais sobre as águas. Essa é a formação característica de um atol, que quase sempre naquelas paragens abrange alguns motus, pequenas ilhotas de areia.

Tetiaroa e Rangiroa são os atóis mais clássicos da região. Rangiroa, inclusive, é o maior atol do mundo com fendas que permitem a entrada de água do mar, já que a faixa de corais ali não se fecha por completo.

Obs: trecho adaptado de reportagem publicada na revista Viaje Mais Luxo, parceira do Rota de Férias.