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O que fazer em Charleston – 12 atrações e dicas de roteiro

  • Créditos/Foto:Paulo Basso Jr.
  • 04/Maio/2026
  • Paulo Basso Jr.

Sempre tive vontade de conhecer Charleston, na Carolina do Sul, desde que um amigo, jornalista de viagens, me indicou o destino. Ele falava de uma cidade histórica, bem preservada, com forte identidade cultural no sul dos Estados Unidos, repleta de lojas, boa gastronomia e vida noturna. Ou seja: minha cara. Quando finalmente consegui encaixar a visita no roteiro, fiquei surpreso com o que encontrei. Passei apenas dois dias por lá, mas saí com a sensação de que preciso voltar com mais tempo para explorar tudo o que fazer em Charleston com mais calma.

Charmosa, colorida e divertida, Charleston tem histórias para contar desde 1670, quando foi fundada e passou a desempenhar um papel central na história dos EUA. Dona de um dos principais portos do país durante o período colonial, teve participação direta em momentos decisivos, como a Guerra Civil Americana, que começou oficialmente com os primeiros tiros disparados na região. Ao mesmo tempo, o destino também carrega marcas profundas de um passado sombrio, quando serviu como um dos principais pontos de entrada de africanos escravizados na América do Norte.

O passado complexo de Charleston permaneceu em certa obscuridade por muito tempo, mas hoje encontra o devido respeito em museus, memoriais e projetos culturais que ajudam a compreender melhor a formação dos EUA. Nos últimos anos, iniciativas como o International African American Museum ampliaram esse debate, trazendo novas camadas de interpretação histórica e social para nativos e quem visita a região.

As marcas estão por todos os lados. Ao caminhar pelo centro histórico, é possível perceber como Charleston evoluiu sem abrir mão de sua arquitetura original. Ruas estreitas, igrejas históricas e casarões preservados convivem com restaurantes contemporâneos, galerias e lojas independentes. A combinação ajuda a explicar por que a cidade foi leita pelos leitores da prestigiada publicação de turismo Travel + Leisure como o melhor destino dos EUA por 12 anos consecutivos, de 2013 a 2024.

Cinema e gastronomia

O cinema contribuiu para colocar Charleston em evidência. Filmes como “Diário de Uma Paixão”, “Querido John” e “O Patriota” foram gravados por lá. O mesmo se deu com a TV, com séries como “Outer Banks” e locações do desafio culinário “Top Chef”.

A gastronomia, por sinal, é outro ótimo apelo para visitar a cidade da Carolina do Sul. A culinária local mistura tradições do sul americano com influências africanas e europeias, em pratos como shrimp and grits (camarão com creme de milho), she-crab soup (sopa cremosa de caranguejo) e fried green tomatoes (tomate verde frito), bastante presente nos menus da região.

Nos últimos anos, Charleston também passou a ganhar ainda mais relevância no cenário gastronômico nacional, com restaurantes reconhecidos e, mais recentemente, endereços estrelados e recomendados pelo Guia Michelin.

Sério, eu comi muito bem por lá. Aliás, tudo que fiz em Charleston foi uma delícia. E aqui, conto um pouco dessa experiência para que você organize seu roteiro pela cidade.

Veja aqui preços e avaliações de hotéis em Charleston

O que fazer em Charleston

Paulo Basso Jr.
O que fazer em Charleston
Church Street, no centro histórico de Charleston

Uma vez em Charleston, prepare-se para um roteiro que mistura história, cultura e experiências ao ar livre de forma bastante equilibrada – e em qualquer época do ano. Mesmo em uma visita curta, como foi o meu caso, consegui percorrer boa parte do centro histórico a pé, intercalando igrejas, casarões, jardins e áreas revitalizadas com museus e, claro, paradas estratégicas para comer bem.

Para quem está pesquisando o que fazer em Charleston, a dica é organizar os dias por região e priorizar os deslocamentos curtos. Os pontos turísticos se concentram principalmente na península histórica, onde estão ruas como King Street e Market Street, o French Quarter e a região do porto.

Ao mesmo tempo, há atrações mais afastadas, como praias, plantações históricas e o Fort Sumter, que exigem um pouco mais de planejamento. Ainda assim, tudo funciona de forma integrada e relativamente simples de encaixar em um roteiro de três ou quatro dias, por exemplo.

As atrações em Charleston também ajudam a entender diferentes momentos da história americana, desde o período colonial até discussões mais recentes sobre memória e identidade. Museus, igrejas e antigos bairros comerciais convivem com experiências gastronômicas e passeios ao ar livre, criando um roteiro variado e funcional para poucos dias.

Independentemente do seu estilo de viagem, estas são os principais pontos turísticos para incluir no roteiro:

  1. King Street
  2. French Quarter e Charleston City Market
  3. Broad Street e St. Michael’s Church
  4. Rainbow Row
  5. Battery Street (casarões históricos)
  6. Waterfront Park
  7. International African American Museum
  8. Gibbes Museum of Art
  9. Praias
  10. Fort Sumter
  11. Plantations (Boone Hall, Magnolia)
  12. Brunch gospel (Halls Chophouse)

Onde fica Charleston

Charleston fica no sudeste dos EUA, no estado da Carolina do Sul, às margens do Oceano Atlântico. A cidade está posicionada em uma península formada pelos rios Ashley e Cooper, o que explica sua relação histórica com o porto e o comércio marítimo.

O destino está a cerca de 180 km ao sul de Columbia, capital do estado, e a aproximadamente 320 km ao norte de Savannah, na Geórgia, outro importante destino histórico do sul dos EUA. Já Atlanta, um dos principais hubs aéreos do país, fica a cerca de 500 km de distância, e Orlando, a pouco mais de 600 km.

Por sua localização estratégica na costa leste, Charleston é facilmente combinada com outros destinos da região, como Flórida e destinos de Carolina do Sul, Carolina do Norte e Geórgia. E tudo isso combinado dá uma baita road trip pelo sul dos EUA.

Como chegar a Charleston

Paulo Basso Jr.
O que fazer em Charleston
Charleston International Airport

Não há voos diretos do Brasil para Charleston, o que exige ao menos uma conexão nos EUA. Ainda assim, o acesso é relativamente simples, principalmente por conta da boa oferta de voos para hubs próximos.

A principal porta de entrada é o Charleston International Airport, localizado a cerca de 20 minutos de carro do centro histórico. O aeroporto recebe voos domésticos de várias cidades americanas, com destaque para conexões via Atlanta e Miami.

Para quem sai do Brasil, uma das rotas mais práticas é voar até Atlanta com a Delta Air Lines, que opera voos diretos a partir de São Paulo e Rio de Janeiro. De lá, o trecho até Charleston leva cerca de 1h de voo. Outra alternativa é voar com a American Airlines via Miami ou Charlotte, ou com a United Airlines via Houston ou Newark.

Recomendo checar os voos neste comparador online. Além de prático, ele costuma oferecer bons descontos.

Também é possível chegar a Charleston dirigindo um carro alugado, o que pode ser interessante para quem está fazendo uma road trip pelo sul dos EUA. A cidade da Carolina do Sul fica a cerca de seis horas de carro de Orlando, cinco horas de Atlanta e a aproximadamente 2 horas de Savannah, permitindo combinar todos esses destinos na mesma viagem.

Quando ir a Charleston

Paulo Basso Jr.
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King Street na primavera

Charleston pode ser visitada durante todo o ano, mas o clima e o calendário de eventos influenciam bastante a experiência. A cidade tem clima subtropical, com verões quentes e úmidos e invernos mais amenos, o que muda o ritmo dos passeios ao longo das estações.

A melhor época para visitar Charleston costuma ser a primavera (março a maio). As temperaturas ficam agradáveis, com máximas entre 20 °C e 28 °C, e a cidade ganha ainda mais charme com a floração dos jardins e árvores. É também quando acontece o Spoleto Festival USA, um dos principais eventos culturais do país, com programação de música, teatro e dança.

O outono (setembro a novembro) é outra boa opção. As temperaturas começam a cair após o verão, tornando os passeios ao ar livre mais confortáveis. A cidade segue movimentada, mas com menos turistas do que na primavera, o que pode facilitar reservas em hotéis e restaurantes.

O verão (junho a agosto) é a alta temporada, especialmente por conta das férias escolares nos Estados Unidos. É também o período mais quente, com temperaturas que frequentemente passam dos 30 °C e alta umidade. Em compensação, é a melhor época para aproveitar as praias da região, como Folly Beach e Isle of Palms.

Já o inverno (dezembro a fevereiro) é a baixa temporada. As temperaturas ficam mais amenas, geralmente entre 8 °C e 18 °C, e a cidade fica mais tranquila. É um bom período para explorar museus, restaurantes e o centro histórico com menos movimento, embora alguns dias possam ser mais frios.

Outro ponto de atenção é a temporada de furacões, que vai de junho a novembro, com maior incidência entre agosto e outubro. Embora não seja comum que tempestades atinjam diretamente Charleston, é importante acompanhar a previsão do tempo ao planejar a viagem nesse período.

Transporte em Charleston

O deslocamento do aeroporto até o centro, por exemplo, pode ser feito de carro alugado (confira boas opções e taxas aqui), táxi ou aplicativos de transporte. Não há ligação direta de trem ou metrô entre o aeroporto e a região histórica, o que torna o transporte rodoviário a opção mais prática.

Uma vez na região, é mais fácil andar a pé e contratar passeios turísticos. Outra opção é  contar com os motoristas de aplicativos, como Uber e Lyft.

Seguro viagem EUA

Ao viajar para destinos americanos, como Charleston, não deixe de fazer um seguro viagem. Afinal, os custos com saúde fora do Brasil costumam ser caríssimos e todos estão sujeitos a imprevistos. Isso sem contar problemas como extravio de bagagem e voos cancelados.

Minha sugestão é entrar no comparador online da Seguros Promo, que vasculha as principais seguradoras de viagem em busca dos melhores preços, sem que você precise ficar entrando no site de cada uma delas. É uma mão na roda, eu não viajo sem fazer isso.

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Existem várias opções no mercado, mas o serviço que eu mais gosto é o chip de viagem da America Chip. Primeiro porque funciona bem na maioria dos lugares (em todo o mundo), e segundo porque o atendimento é ótimo. Eles têm até chips virtuais (eSim), o que facilita muito a vida na hora de instalar no telefone e usar. É realmente prático.

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Onde ficar em Charleston

Escolher bem onde ficar em Charleston faz diferença no roteiro, principalmente para quem tem poucos dias na cidade. A maior parte das atrações está concentrada na península histórica, o que permite explorar muita coisa a pé. Foi exatamente o que fiz durante minha passagem por lá.

Os bairros mais indicados são o Historic District, o French Quarter e áreas próximas à King Street. Além da localização estratégica, esses pontos concentram boa parte dos restaurantes, bares e lojas, o que facilita bastante a logística no dia a dia. Para quem prefere algo mais tranquilo, há também opções próximas à água ou em regiões residenciais elegantes, mas ainda com fácil acesso ao centro.

Charleston não é um destino barato quando o assunto é hospedagem, especialmente nos hotéis mais bem localizados. Por outro lado, a cidade entrega experiência – seja em hotéis históricos, seja em propriedades butique ou redes bem estruturadas.

Veja algumas boas opções de hotéis em Charleston.

Hotel Bennett

Paulo Basso Jr.
O que fazer em Charleston
Hotel Bennett

Minha escolha não poderia ter sido melhor, uma vez que o Hotel Bennett é um dos mais completos e bem localizados de Charleston. Situado na Marion Square, em plena King Street, facilita o acesso às principais atrações e concentra boa parte do movimento da cidade.

O hotel combina um estilo clássico com estrutura moderna. Os quartos são amplos, confortáveis e bem decorados, com padrão elevado de serviço. Um dos destaques é o Camellias, bar especializado em champanhe que virou ponto de encontro na cidade, especialmente no fim da tarde.

Outro ponto forte é o restaurante Gabrielle, que trabalha com ingredientes locais e tem um menu bem executado, com pratos do sul dos EUA reinterpretados. Os cortes de carne são divinos.

Os quartos também esbanjam charme. O meu tinha uma banheira belíssima, posicionada ao lado de uma porta-balcão que dava vista para a cama e todo o interior. Grande, cheiroso, limpinho e com um baita chuveiro. Irretocável.

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The Dewberry Charleston

Reprodução
O que fazer em Charleston
The Dewberry Charleston

Localizado também na Marion Square, o The Dewberry aposta em um estilo mais contemporâneo, com forte inspiração no design dos anos 1960. Os quartos têm acabamento refinado e o serviço costuma ser bastante elogiado.

O destaque fica para o rooftop bar, com vista para a cidade, além de um spa bem estruturado. É uma boa opção para quem busca um hotel sofisticado, mas com atmosfera mais moderna.

  VEJA PREÇOS E AVALIAÇÕES    

French Quarter Inn

Reprodução
O que fazer em Charleston
French Quarter Inn

No coração do French Quarter, este hotel butique é conhecido pelo atendimento próximo e pelos pequenos mimos oferecidos aos hóspedes, como café da manhã incluso e recepção com vinho no fim da tarde.

A localização é excelente para quem quer fazer tudo a pé. Os quartos são confortáveis e seguem um estilo mais clássico, alinhado ao perfil histórico da cidade.

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The Restoration Hotel

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O que fazer em Charleston
The Restoration Hotel

Situado próximo à King Street, o The Restoration mistura conceito de hotel boutique com apartamentos completos. As unidades são amplas e algumas contam com cozinha, o que pode ser interessante para estadias mais longas.

O hotel também tem um rooftop agradável e costuma atrair viajantes que buscam mais independência sem abrir mão da localização central.

  VEJA PREÇOS E AVALIAÇÕES    

Outras opções de hotéis em Charleston

Para quem busca alternativas luxuosas ou com bom custo-benefício, ou ainda quer explorar outras áreas da cidade, vale considerar também os seguintes hotéis em Charleston:

Bom custo-benefício

Luxo

12 atrações em Charleston

Foi batendo perna que eu visite as principais atrações de Charleston. Afinal, a cidade é compacta na área da península, o que permite explorar boa parte dos pontos turísticos a pé. Já quem deseja ir a praias e áreas históricas nos arredores precisa de carro ou contratar passeios. Isso pede um mínimo de planejamento para equilibrar deslocamentos e visitas.

Na prática, vale dividir o roteiro entre o centro histórico, onde estão ruas icônicas e museus, e um segundo momento para incluir Fort Sumter, praias e plantações, um pouco mais afastados. Veja aqui o que fazer em Charleston.

1. King Street

Paulo Basso Jr.
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King Street

A King Street é o principal eixo comercial de Charleston e funciona como referência para organizar o roteiro. A rua se estende por diferentes zonas, com perfis distintos ao longo do percurso. Essa divisão ajuda a entender onde focar o tempo, dependendo do interesse: compras, gastronomia, histórica, cultura… Tem atração para todo mundo.

O trecho conhecido como Lower King, mais próximo ao centro histórico, concentra vitrines tradicionais locais e de grifes famosas (como H&M, Sephora e Louis Vuitton), galerias e alguns edifícios históricos. É também onde o fluxo de turistas costuma ser mais intenso, por conta da proximidade com outras atrações.

Já o Upper King ganhou destaque nos últimos anos como polo gastronômico e de vida noturna. Restaurantes contemporâneos, bares e baladinhas repletas de jovens ocupam antigos prédios restaurados, refletindo a renovação urbana da cidade.

A rua também é palco de eventos sazonais, como o “Second Sunday”, quando parte do tráfego é fechado e o espaço se transforma em área para pedestres, com música ao vivo e atividades locais. Para quem busca praticidade, é um dos melhores lugares para concentrar refeições e pequenas compras ao longo do dia, sem grandes desvios do roteiro. Uma vez em Charleston, você fatalmente passará por aqui e verá, nos arredores,  lindos cartões-postais da cidade, como o da Church Street, onde fica a St. Philip’s Church.

2. French Quarter e Charleston City Market

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O que fazer em Charleston
Corey Alston e as cestas de erva-doce no mercado

O French Quarter é uma das áreas mais antigas de Charleston, com ruas estreitas e construções que remontam ao período colonial. A região reúne casarões com sacadas de ferro, no maior estilo New Orleans, além de prédios históricos, igrejas e galerias de arte, formando um conjunto bem preservado.

Caminhar por ali permite observar detalhes arquitetônicos e entender como a cidade se desenvolveu ao longo dos séculos. Muitos edifícios têm placas informativas que ajudam a contextualizar o local.

O Charleston City Market, ativo desde o início do século 19, ocupa vários quarteirões e é um dos pontos mais visitados da cidade. O espaço reúne vendedores locais e funciona como um mercado tradicional de comidas e toda sorte de lembrancinhas.

Entre os destaques estão os cestos artesanais feitos à mão, produzidos pela comunidade Gullah Geechee, descendente de africanos escravizados que preserva tradições culturais na região. É nesse contexto que se insere o trabalho de Corey Alston, um dos nomes mais representativos dessa tradição. Membro da sétima geração de uma família originária de Serra Leoa, ele mantém viva uma técnica transmitida ao longo de séculos, hoje reconhecida não apenas como expressão cultural, mas também como forma de arte. Suas peças já foram exibidas em museus em Washington D.C. e na Colômbia, reforçando o valor histórico e artístico desse saber ancestral.

Especializado nos trabalhos com erva-doce, ele me contou que o processo é minucioso e exige tempo: cestos menores podem levar até 13 horas para serem concluídos e, não à toa, custam em torno de US$ 150. Já obras mais elaboradas podem demandar meses – em alguns casos, mais de um ano – até ficarem prontas. Cada peça carrega não apenas técnica, mas também identidade e memória.

Os trabalhos de Alston estão expostos em um dos extremos do mercado, o que permite ao artista manter uma relação próxima com quem passa por ali. Sempre disposto a conversar, ele compartilha histórias sobre sua trajetória, sua família e o significado de cada criação.

3. Broad Street e St. Michael’s Church

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Broad Street

A Broad Street é uma das vias mais históricas de Charleston. Ao longo dela estão edifícios públicos, residências antigas coloridas, instituições e igrejas sempre retratadas em um cartão-postal típico da cidade.

Durante o período colonial, a região concentrava atividades políticas e administrativas. Hoje, ainda abriga tribunais e prédios governamentais que se assemelham a palácios e seguem em funcionamento.

A St. Michael’s Church, inaugurada em 1761, é um dos principais marcos da cidade. A igreja sobreviveu a eventos históricos importantes, incluindo a Guerra Civil e desastres naturais. Seu interior mantém elementos originais, e o local segue ativo para celebrações religiosas.

A torre branca é visível de diferentes pontos da cidade e ajuda a compor o skyline de Charleston. Passe por lá quando estiver rumo ao Rainbow Row, que fica nos arredores.

4. Rainbow Row

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Rainbow Rown

O Rainbow Row de Charleston reúne 13 casas geminadas construídas no século 18, originalmente usadas como comércio e residências. Com o tempo, a área entrou em decadência até passar por um processo de restauração no século 20, quando se encheu de cores vibrantes.

As pinturas são inspiradas em estilos caribenhos. De tão marcantes, tornaram o conjunto protegido e considerado um dos símbolos de Charleston.

Apesar de ser um ponto turístico bastante conhecido – tem sempre uma galera fazendo fotos por lá –, a visita é rápida e pode ser encaixada facilmente em um passeio pela orla. O local fica próximo à East Bay Street e da Broad Street, o que permite combinar com outros pontos históricos no mesmo trajeto.

5. Battery Street (casarões históricos)

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Casarão histórico em Charleston

A Battery marca o extremo sul da península de Charleston e concentra algumas das residências mais antigas e imponentes da cidade. De frente para o rio, muitas foram construídas antes da Guerra Civil.

Os casarões refletem o período de prosperidade econômica baseado no comércio e nas plantações. Hoje, a maioria permanece como propriedade privada, mas pode ser observada do lado de fora.

A área também tem importância estratégica, já que funcionava como ponto de defesa da cidade, com canhões posicionados ao longo da costa. A vista para a baía de Charleston é um dos destaques do passeio, especialmente no fim da tarde, quando o movimento de barcos e a luz ajudam a valorizar o cenário.

É um trecho ótimo para caminhar sem pressa, com calçadas largas e áreas abertas. Aproveite os bancos ao longo do caminho para observar o vai e vem dos navios.

6. Waterfront Park

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Pineapple Fountain, no Waterfront Park

Coladinho na Battery Street, o Waterfront Park é uma das principais áreas públicas de Charleston, resultado de um projeto de revitalização urbana que transformou antigos espaços portuários em área de convivência. O parque se estende ao longo da orla e oferece vista direta para o porto, com bancos, áreas verdes e espaços sombreados.

A Pineapple Fountain, em formato de abacaxi, virou um dos ícones locais e simboliza hospitalidade. É comum ver visitantes fazendo fotos ou descansando ao redor da fonte.

7. International African American Museum

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International African American Museum

Inaugurado em 2023, o International African American Museum ocupa um dos terrenos mais simbólicos da história dos EUA, o Gadsden’s Wharf, porto por onde chegaram cerca de 40% dos africanos escravizados trazidos para o país. A arquitetura, assinada pelo escritório Pei Cobb Freed & Partners, parte de um conceito central: não tocar o chão. O edifício principal é elevado sobre pilares, criando uma espécie de praça aberta sob a estrutura.

A escolha preserva o solo original, considerado um local de memória, e convida o visitante a refletir já do lado de fora. O espaço, por sinal, conta com instalações como o jardim memorial African Ancestors Memorial Garden. Ali, espelhos d’água e esculturas dialogam diretamente com a ideia de travessia e perda. Um dos elementos mais impactantes são as formas humanas que parecem emergir da água conforme a maré. A instalação cria uma metáfora visual potente: corpos que foram apagados pela história voltam à superfície, revelando-se aos poucos.

Ao entrar no museu, o percurso expositivo é organizado de forma cronológica e temática. As galerias abordam desde a vida em diferentes regiões da África antes da captura até o impacto da diáspora africana nas Américas. Há um esforço claro em apresentar não apenas o sofrimento, mas também a resistência, a cultura e as contribuições dessas populações ao longo dos séculos.

Recursos multimídia são usados, como reconstruções de capelas e barcos, vídeos, projeções e depoimentos que ajudam a contextualizar cada etapa da narrativa. Documentos históricos e objetos originais complementam o conteúdo, tornando a experiência didática sem perder densidade.

Um dos pontos mais interessantes para mim foi a conexão explícita com o Brasil. Em diferentes momentos, o acervo faz referência a práticas religiosas e culturais que atravessaram o Atlântico, como o candomblé, evidenciando raízes comuns entre comunidades afro-americanas e afro-brasileiras.

Outro destaque é o Centro de História da Família, onde visitantes podem pesquisar possíveis conexões genealógicas. A proposta é transformar a visita em algo pessoal, permitindo que descendentes da diáspora africana encontrem pistas sobre suas origens.

8. Gibbes Museum of Art

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Gibbes Museum

O Gibbes Museum foi inaugurado em 1905 e mantém um acervo voltado à produção artística do sul dos EUA. A coleção fixa inclui retratos históricos, pinturas de paisagens e obras contemporâneas, permitindo observar diferentes fases da arte na região. Quando estive lá, havia uma exposição temporária de Rodin.

O prédio em estilo Beaux-Arts também chama atenção e faz parte da experiência de visita. E o melhor de tudo é que ele fica no coração do French Quarter.

9. Praias

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Folly Beach

Não tive tempo de visitar, infelizmente, mas Charleston conta com algumas praias localizadas a cerca de 20 a 30 minutos de carro do centro. As principais são Sullivan’s Island, Isle of Palms e Folly Beach, que costumam receber muitos locais, principalmente, aos sábados.

Sullivan’s Island é mais residencial, com clima tranquilo e menos estrutura turística. É indicada para quem busca um ambiente mais reservado.

Isle of Palms, por sua vez, oferece melhor infraestrutura, com hotéis, restaurantes e serviços de praia. Funciona bem para quem quer passar mais tempo no local.

Folly Beach tem perfil mais jovem e descontraído, com presença de surfistas e bares informais. Também é conhecida pelo píer e pelo movimento ao longo do dia.

10. Fort Sumter

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Fort Sumter

O Fort Sumter está localizado em uma ilha na entrada da baía de Charleston e é apontado como o ponto inicial da Guerra Civil Americana.  O acesso é feito por barco, com saídas programadas a partir do centro da cidade. O trajeto já funciona como introdução ao contexto histórico.

No local, há exposições, placas informativas e presença de guias que ajudam a explicar os acontecimentos de 1861. A estrutura preserva parte das fortificações originais, permitindo visualizar como era a defesa da cidade.

Caso queira ir até lá, minha dica é fazer a reserva com antecedência aqui. Assim, você ganha tempo e otimiza melhor o roteiro em Charleston. Dedique ao menos meio dia para ir até lá e voltar.

Reserve o ingresso do Fort Sumter com balsa de ida e volta

11. Plantations (Boone Hall, Magnolia)

O que fazer em Charleston
Boonne Hall

As plantações históricas nos arredores de Charleston ajudam a entender o modelo econômico do sul dos EUA antes da Guerra Civil. Para quem quiser conhecer, recomendo fazer reservas com antecedência e dedicar ao menos meio dia para visitar cada uma delas.

A Boone Hall é uma das mais conhecidas, especialmente pela alameda de carvalhos que leva à casa principal. O local também apresenta exposições sobre a vida das pessoas escravizadas.

A Magnolia Plantation, por sua vez, se destaca pelos jardins e áreas naturais, com trilhas e espaços alagados. É um local bastante turístico e cheio de histórias para contar. Veja aqui como fazer um passeio guiado para lá, com preços e avaliações.

12. Halls Chophouse (brunch gospel)

Paulo Basso Jr.
O que fazer em Charleston
Coral gospel no Halls Chophouse

O brunch gospel do Halls Chophouse foi uma das experiências mais legais que vivenciei em Charleston. Aos domingos, a casa fica cheia – e não pense que apenas turistas vão lá. Muitos moradores locais passam por lá logo depois da missa, o que dá ao ambiente um clima autêntico, quase de reunião de comunidade. Mas isso também significa um certo zelo por roupas mais formais.

Logo na chegada, já dá para perceber o cuidado com a hospitalidade. O gerente costuma receber os clientes pessoalmente e adora puxar conversa, contando histórias e explicando a proposta da casa. O proprietário está à frente de outros restaurantes na região e mantém uma linha bem definida: valorizar a cozinha do sul dos EUA, com foco em ingredientes locais e receitas tradicionais.

O cardápio acompanha essa proposta, mas com toques contemporâneos. Eu provei o crab cake benedict e estava excelente, com muita carninha de caranguejo. Há ainda opções como ovos comuns, rabanada e ostras frescas, além de uma boa variedade de sucos e drinques (com ou sem álcool).

Nada chama mais atenção, porém, que a música. A banda ao vivo, com coral gospel, domina o salão com uma energia contagiante. São vozes potentes, especialmente das cantoras, acompanhadas por piano, instrumentos de corda e percussão. O resultado é um clima envolvente, que faz com que seja praticamente impossível ficar parado.

Prova disso é que, em determinado momento, me dei conta de que estava ali, naturalmente, balançando o corpo de um lado para o outro enquanto comia. Não me julgue, pois acho que você faria o mesmo.

Ah, reservas são recomendadas, já que o local costuma operar com alta ocupação. Sobretudo, aos domingos, mas há também música ao vivo durante a noite ao longo da semana.

Roteiro de 3 dias em Charleston

Paulo Basso Jr.
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International African American Museum

Com base nas principais atrações de Charleston, é possível montar um roteiro funcional de três dias, equilibrando história, cultura, gastronomia e momentos ao ar livre. Veja aqui minha sugestão:

Dia 1 – Centro histórico e primeiros contatos

  • Comece o dia pela região da King Street, aproveitando para entender a dinâmica da cidade. Caminhe sem pressa pelos diferentes trechos da rua, observando lojas, cafés e restaurantes. É um bom ponto para um café da manhã leve antes de seguir.
  • Na sequência, siga para o French Quarter e explore o Charleston City Market. Caminhe pelas ruas ao redor, entre galerias e construções históricas. Esse é um dos trechos mais antigos da cidade e funciona bem para uma primeira imersão.
  • Continue o passeio até a Broad Street e visite a St. Michael’s Church. Aproveite para circular pelas ruas próximas, onde estão alguns dos edifícios mais antigos de Charleston.
  • Passe pela Rainbow Row, que fica ali pertinho. Fotografe sem pressa os prédios coloridos e curta o vaivém dos curiosos.
  • À tarde, caminhe até o Waterfront Park para uma pausa com vista para o porto. Dali, siga até a Battery e percorra a orla observando os casarões históricos.
  • Para o jantar, concentre-se na região da King Street, que tem boa oferta de restaurantes.

Dia 2 – História e cultura

  • Comece o dia com a visita ao International African American Museum. Reserve ao menos duas horas para o tour, já que o conteúdo é extenso e bastante relevante.
  • Depois, siga para o Gibbes Museum of Art, que fica relativamente próximo e pode ser combinado no mesmo período do dia.
  • Para o almoço, considere algum restaurante do French Quarter ou da King Street, como o Gabrielle.
  • À tarde, faça o passeio até o Fort Sumter. As saídas de barco partem em horários específicos, então vale conferir e reservar com antecedência.
  • O retorno costuma acontecer no fim da tarde. À noite, você pode reservar um jantar no excelente Wild Common.

Dia 3 – Praias ou plantações + experiência gastronômica

  • No terceiro dia, a ideia é sair do centro e explorar os arredores. Se o clima estiver favorável, escolha uma das praias, como Sullivan’s Island, Isle of Palms ou Folly Beach. Reserve a manhã para aproveitar o ambiente com mais calma.
  • Se preferir um roteiro mais histórico, substitua a praia por uma visita às plantações, como Boone Hall ou Magnolia. Ambas ficam a cerca de 30 minutos de carro e oferecem visitas guiadas.
  • Retorne à cidade no início da tarde e deixe o restante do dia mais livre para revisitar algum ponto ou fazer compras. Outra boa ideia é almoçar no Rodney Scott’s BBQ, que fica um pouco mais afastado do centro histórico.
  • Se estiver na cidade no domingo, vale encaixar o brunch no Halls Chophouse, que combina gastronomia com música ao vivo e funciona como uma experiência diferente no roteiro.
  • À noite, aproveit a King Street, onde há boas opções de restaurantes e casas noturnas.

Onde comer em Charleston

Paulo Basso Jr.
O que fazer em Charleston
O premiado restaurante Wild Common, um dos melhores de Charleston

A gastronomia é um dos pontos altos de Charleston e ajuda a explicar por que a cidade vem ganhando destaque nacional nos últimos anos. A culinária local tem forte influência do chamado Lowcountry, região costeira do sul dos EUA, e mistura tradições africanas, europeias e caribenhas.

Entre os pratos mais típicos estão o shrimp and grits (camarão com creme de milho), o she-crab soup (sopa cremosa de caranguejo) e o fried green tomatoes (tomate verde frito). Outro destaque é o uso frequente de frutos do mar frescos, além de preparações com arroz, como o red rice, que remete diretamente à herança africana.

Nos últimos anos, Charleston também passou a ocupar espaço relevante no cenário gastronômico americano, com restaurantes estrelados e recomendados pelo Guia Michelin. O resultado é uma cena que combina tradição e criatividade, com opções que vão do clássico sulista a menus contemporâneos mais elaborados.

Eu estive nos restaurantes abaixo. Veja minhas avaliações:

Wild Common

Paulo Basso Jr.
O que fazer em Charleston
Wild Common

Um dos endereços mais interessantes da cidade atualmente, o Wild Common conquistou uma estrela no Guia Michelin e trabalha com um conceito de menu sazonal, que muda com frequência de acordo com os ingredientes disponíveis. A proposta é contemporânea, com técnicas refinadas e forte valorização de produtos locais.

Durante minha visita, provei diferentes etapas do menu e até a salada surpreendeu pela execução e equilíbrio. O destaque, no entanto, ficou para um cappelletti servido com filé wagyu, um dos pratos mais marcantes da minha passagem por Charleston. As ostras e o caviar “Benedict” também estavam excelentes.

O restaurante é pequeno e charmoso. Reservas são praticamente obrigatórias.

Rodney Scott’s BBQ

Paulo Basso Jr.
O que fazer em Charleston
Rodney Scott Barbeque

Referência quando o assunto é churrasco americano, o Rodney Scott’s BBQ é um dos restaurantes recomendados pelo Guia Michelin na cidade. A casa trabalha com o tradicional whole hog barbecue, método típico do sul dos EUA em que o porco é assado inteiro por horas. O resultado é uma carne macia, com sabor defumado marcante. O mesmo vale para o brisket e as asinhas de frango.

O ambiente é simples e descontraído, seguindo o estilo clássico do barbecue americano. Vale experimentar também acompanhamentos como coleslaw e mac and cheese.

Gabrielle

Paulo Basso Jr.
O que fazer em Charleston
Gabrielle

Localizado dentro do Hotel Bennett, o Gabrielle é uma das boas surpresas da cidade. O restaurante trabalha com ingredientes sazonais e tem um cardápio que valoriza a culinária local com abordagem contemporânea.

O ambiente é mais elegante, mas sem formalidade excessiva. Funciona bem tanto para jantar quanto para um almoço mais tranquilo.

No cardápio, destaque para os cortes de carne. Eu fui de New York Strip e bife à Chateaubriand, que estavam um espetáculo. Se sobrar espaço, peça o crème brulée de sobremesa, pois é uma delícia.

Halls Chophouse

Paulo Basso Jr.
O que fazer em Charleston
Halls Chophouse

Um dos restaurantes mais populares de Charleston, o Halls Chophouse é conhecido pelos cortes de carne e pelo atendimento próximo. A casa costuma ser bastante movimentada, especialmente à noite, quando rola música ao vivo, e nos fins de semana.

Além do jantar, o restaurante ganhou fama pelo brunch de domingo com música gospel ao vivo, que virou uma experiência à parte na cidade. O cardápio é amplo e inclui desde steaks até frutos do mar, além de entradas e acompanhamentos típicos do sul dos EUA. Reservas são recomendadas.

O que você precisa saber antes de ir a Charleston

Paulo Basso Jr.
O que fazer em Charleston
The Historic Charleston City Market

Quando planejo minhas viagens para destinos como Charleston, recorro a uma série de ferramentas de auxílio antes mesmo de fazer as malas. Assim, consigo comprar passagens aéreas mais baratas, alugar carro e reservar hotéis, bem como passeios, transfers e ingressos para atrações, com mais segurança e pagando menos.

É imprescindível também fazer um seguro viagem e comprar um chip de internet. Assim, você evita os gastos absurdos cobrados com saúde no país, caso algo fuja do previsto, e consegue usar internet ou telefone para se comunicar com quem está no Brasil, checar e-mails, postar fotos no Instagram, usar o WhatsApp e tudo mais.

De quebra, vale a pena comprar um pouco de dinheiro do país que você visitará. Pode ser em espécie ou em cartão, mas não viaje sem nada.

Já fez a reserva da passagem aérea?

Para não ficar perdendo tempo entrando em um monte de site de companhia aérea, uso a plataforma Vai de Promo na hora de comprar passagens. Gosto dela pelo fato de indicar as principais rotas disponíveis e listar, de forma automática, os melhores preços.

Onde ver preços: Vai de Promo

Sabe onde ficará hospedado?

Uma boa dica para encontrar hotéis e consultar avaliações de quem já foi é usar o Booking.com. O site tem sempre boas ofertas e permite fazer reservas de forma prática e rápida. Eu indico, sobretudo, hotéis, pousadas e casas de aluguel que permitem pagamento apenas na chegada ao destino.

Onde ver preços e avaliações: Booking.com

Já garantiu o seguro viagem?

Indico de longe a plataforma da Seguros Promo, um metabuscador que vasculha as principais seguradoras de viagem do Brasil em busca dos melhores preços, sem que você precise ficar entrando no site de cada uma delas. Assim, dá para economizar e ainda ganhar um tempão. Use o cupom abaixo para garantir descontos.

Onde consultar: Seguros Promo (cupom   ROTADEFERIAS20   para 20% de desconto)

Pediu o eSim ou chip viagem para usar internet ilimitada?

Jamais deixo de adquirir um eSim ou chip viagem internacional, que permite acesso à internet durante o passeio. O custo proporcional à viagem é superbaixo, e o serviço, ótimo. Testei várias opções e costumo usar os chips da America Chip, que têm ótimo atendimento e nunca me deixou na mão. Um dos destaques é que eles contam com planos de eSim, sem a necessidade de chip físico.

Onde pedir: America Chip (cupom   ROTADEFERIAS   para 10% de desconto)

Vai alugar carro? Reserve com antecedência

Uma das escolhas mais difíceis na hora de viajar é identificar o meio de transporte que usará no destino. Se a ideia é alugar carro, a dica é sempre fazer reserva com antecedência. Sugiro o comparador online da Rentcars que, com uma única pesquisa, exibe os melhores valores de locadoras confiáveis. Vale a pena.

Onde reservar: Rentcars (cupom   ROTADEFERIAS   para 5% de desconto)

Precisa comprar dólar? Cote aqui

Nunca viajo sem ao menos um pouco de dinheiro do país para o qual estou indo, seja em espécie, seja em cartão. Minha dica para comprar dólar é a Confidence, pois eles são uma das casas de câmbio mais respeitadas do mercado. Eu gosto muito do fato de eles fazerem delivery e entregarem tudo em casa, mas também dá para ir buscar nas lojas físicas. Tem várias disponíveis no Brasil.

Onde cotar: Confidence

Reservou os ingressos das atrações?

Não tem nada mais frustrante do que viajar e não conseguir entrar numa atração por falta de reserva. Por isso, ao definir meus roteiros, garanto tudo com antecedência. Existem ótimos serviços, como GetYourGuide e Civitatis, que oferecem não apenas tíquetes de pontos turísticos, mas também de eventos, parques temáticos e até mesmo transfers.

Onde reservar: GetYourGuide e Civitatis

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