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Nova York na Copa do Mundo 2026 – Guia completo
- Créditos/Foto:Criada com IA
- 07/Abril/2026
- Paulo Basso Jr.
De 11 de junho a 19 de julho de 2026, os olhos dos apaixonados por futebol em todo o mundo estarão voltados para EUA, Canadá e México, palcos da Copa do Mundo da FIFA. Entre as 16 sedes do torneio, uma promete ser especial para os brasileiros: Nova York / New Jersey. Afinal, mais do que ser o lugar em que será disputada a grande final, é lá que a seleção canarinho estreia na competição, em 13 de junho.
Embora o MetLife Stadium, onde serão realizados os jogos na região, fique do outro lado do rio Hudson, em Nova Jersey, é em Nova York que boa parte dos visitantes deve se hospedar, circular e aproveitar a atmosfera do torneio. Para quem planeja acompanhar jogos ou simplesmente viver o clima da Copa nos EUA, a metrópole surge como uma das bases mais vibrantes e práticas para a viagem. E não faltam motivos para isso.
Para começar, a região metropolitana que une Nova York e Nova Jersey é uma das maiores do planeta, com uma rede de transporte que conecta bairros, cidades e atrações de forma prática e simples. Durante a Copa, essa infraestrutura será essencial. Trens, metrô, ônibus e balsas ajudarão torcedores a circular entre Manhattan, os aeroportos e o estádio.
Com forte tradição esportiva, a região também conta com atrações que farão a torcida vibrar muito além das arquibancadas. Telões públicos, festas oficiais da FIFA (as famosas Fan Fest), bares temáticos e restaurantes repletos de TVs se espalharão por diferentes bairros, criando pontos de encontro para quem pretende assistir às partidas cercado por gente do mundo inteiro.
É justamente a mistura de culturas, idiomas e bandeiras que costuma transformar a Copa em algo que vai muito além do futebol. Em Nova York, cidade acostumada a receber visitantes de todo o planeta, o clima tende a ser ainda mais intenso. Equipes, torcedores e profissionais de mídia, entre outros setores, dividirão espaço com moradores locais e turistas para viver de perto um dos maiores eventos esportivos do mundo.
Criado especialmente para os brasileiros que viajarão para o Mundial, este guia traz informações práticas para entender como chegar a Nova York e ao estádio em Nova Jersey, onde assistir aos jogos e quais serão as principais Fan Fest, além de sugestões de restaurantes, bares e atrações que não podem ficar de fora do roteiro. Chegou a hora de aproveitar a Copa do Mundo em Nova York. Taí, inclusive, uma combinação perfeita!
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Neste post você vai ler:
Nova York na Copa do Mundo 2026

Quem for a Nova York na Copa do Mundo precisa estar com tudo em dia em relação à documentação. De preferência alguns meses antes do voo, cheque se o passaporte está atualizado e agende a entrevista do visto dos EUA, caso ainda não tenha um. Também é importante se precaver em relação a seguro viagem, temperatura e meios de transporte. Confira algumas perguntas e respostas que podem te ajudar na hora de organizar a viagem para a Big Apple.
Onde fica Nova York?
Nova York fica no estado homônimo, no nordeste dos EUA, em uma região estratégica da costa atlântica que concentra alguns dos maiores centros urbanos do país. Com cerca de 8,5 milhões de habitantes, é a maior cidade americana e integra uma das áreas metropolitanas mais dinâmicas do mundo, que se estende por partes de Nova Jersey e Connecticut.
Quais documentos eu preciso ter para entrar nos EUA?
É preciso ter passaporte e visto válidos. Caso não tenha, é recomendável dar entrada nos documentos com alguns meses de antecedência – quem tem ingressos para a Copa tem prioridade. O passaporte deve ser tirado na Polícia Federal, enquanto o visto precisa ser solicitado na embaixada e nos consulados dos EUA ou, ainda, no Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto (CASV), quando houver um no estado em que você mora.
Para tirar o visto americano, acesse o site da embaixada americana, onde o formulário online DS-160 está disponível para ser preenchido. Depois, você terá de pagar a taxa, que varia de acordo com seu visto. Para isso, é necessário criar uma conta de usuário, inserir o número de confirmação do formulário DS-160 preenchido anteriormente, indicar o endereço onde será entregue o passaporte e pagar as taxas de solicitação.
Você terá ainda que agendar uma visita ao Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto (CASV), em algumas cidades, ou ir diretamente ao consulado ou à embaixada.
Preciso fazer seguro viagem?
Não é obrigatório fazer seguro viagem para ir aos EUA, mas é altamente recomendado. Isso porque imprevistos podem acontecer e os gastos com saúde no país são caríssimos. Também vale levar em consideração que pode haver extravio de bagagem e outros problemas.
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Como é Nova York no verão do Hemisfério norte, quando será realizada a copa do mundo?
O verão é contagiante em Nova York. Entre junho e julho, as temperaturas normalmente variam entre 20°C e 30°C, com dias longos, parques cheios e uma intensa programação cultural ao ar livre. É a época em que a cidade se enche de festivais, shows, eventos esportivos e atividades nos parques e nas margens do rio Hudson e do East River.
Para quem pretende visitar a cidade durante a Copa do Mundo, o clima favorecerá caminhadas, passeios pelos bairros e encontros em bares, restaurantes e telões públicos, criando um ambiente naturalmente animado para acompanhar os jogos e explorar a cidade entre uma partida e outra.
Qual é o fuso horário de Nova York?
Nova York fica uma ou duas horas a menos em relação a Brasília, dependendo da época do ano. Quando os EUA estão em horário de verão, de março a novembro, a diferença é de uma hora. De novembro a março, quando é inverno na região, passa a ser duas horas.
Que tipo de transporte é melhor usar em Nova York?
A forma mais prática de se locomover é o metrô, que funciona 24 horas por dia e conecta praticamente todos os bairros da cidade. A rede é extensa e permite chegar rapidamente a regiões como Manhattan, Brooklyn, Queens e Bronx, além de fazer integrações com trens suburbanos que seguem para Nova Jersey, inclusive para o MetLife Stadium. Os bilhetes devem ser adquiridos via OMNY, por meio de um cartão físico vendido nas máquinas das estações ou via aplicativo, ambos com pagamento por aproximação.
Táxis e os aplicativos Uber e Lyft também são comuns, especialmente para deslocamentos curtos ou à noite.
Vale a pena comprar passes que incluem várias atrações e ingressos com antecedência?
Uma boa maneira de ganhar tempo ao visitar os principais pontos turísticos da cidade é usar o Nova York CityPASS. O bilhete dá acesso com desconto ao Observatório do Edifício Empire State e ao Museu Americano de História Natural além de três entre as seguintes atrações: Top of the Rock, Memorial & Museu do 11 de setembro, Estátua da Liberdade e Ilha Ellis, Cruzeiros da Circle Line, Museu Intrépido e Museu Guggenheim.
Como chegar a Nova York

Chegar a Nova York voando desde o Brasil é algo bastante prático. A Big Apple é um dos principais destinos internacionais do mundo e conta com voos diretos saindo de São Paulo e Rio de Janeiro, além de inúmeras opções de conexões a partir de outras cidades. A duração média das rotas diretas gira em torno de 9 a 10 horas, dependendo da origem e das condições de voo.
Entre as companhias que operam rotas diretas frequentes entre Brasil e Nova York estão Gol, LATAM Airlines, American Airlines, Delta Air Lines e United Airlines. As partidas costumam sair principalmente do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos e do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, com operações regulares ao longo do ano. Durante períodos de alta demanda, como o verão e grandes eventos internacionais, a oferta de voos tende a aumentar.
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Aeroportos de Nova York
A região de Nova York é atendida por três aeroportos internacionais. O mais movimentado é o John F. Kennedy International Airport (JFK), localizado no bairro do Queens e principal porta de entrada para voos brasileiros. Outro aeroporto importante é o Newark Liberty International Airport (EWR), que fica em Nova Jersey, mas está a poucos quilômetros de Manhattan e também recebe voos vindos do Brasil.
O terceiro aeroporto é o LaGuardia Airport (LGA), também no Queens. Ele opera principalmente voos domésticos dentro dos EUA, sendo usado com frequência por quem chega ao país por outra cidade e faz conexão para Nova York. Embora não receba voos diretos da América do Sul, o terminal passou recentemente por uma grande modernização e hoje está entre os mais eficientes do país.
Transporte a partir dos aeroportos
John F. Kennedy International Airport (JFK)
A maneira mais econômica de sair do aeroporto é usando o AirTrain JFK, trem que conecta todos os terminais. A partir dele, é preciso seguir até a Jamaica Station ou a Howard Beach. Na Jamaica Station, há duas possibilidades. A primeira é pegar o metrô, nas linhas E, J ou Z, que levam a diferentes regiões de Manhattan e Brooklyn. A segunda é usar o Long Island Rail Road (LIRR), trem suburbano mais rápido que chega em cerca de 20 minutos à Penn Station ou à estação Grand Central Madison, ambas em Manhattan. O AirTrain custa US$ 8,75, enquanto a tarifa unitária do metrô sai US$ 3 por viagem. Já o LIRR tem preço variável conforme o horário (partindo de US$ 7,75).
Para quem prefere mais conforto, há táxis e apps como Uber e Lyft. O táxi amarelo oficial tem tarifa fixa entre o JFK e Manhattan, de US$ 70, à qual se somam pedágios, taxas e gorjeta. No total, a corrida costuma ficar entre US$ 80 e US$ 100, dependendo do destino e do trânsito.
Transfers privados também são comuns. O motorista encontra o passageiro no desembarque e segue direto para o hotel. É uma alternativa mais cara, porém confortável, especialmente para famílias ou grupos, e que costuma valer a pena quando o valor é dividido entre várias pessoas.
Newark Liberty International Airport (EWR)
A forma mais prática de usar transporte público combina o AirTrain Newark com os trens da NJ Transit. Depois de desembarcar, basta seguir as placas até o AirTrain, que conecta os terminais à estação Newark Liberty Airport Station. Dali partem trens diretos para a Penn Station – New York, em Midtown. O trajeto completo costuma levar 30 a 45 minutos, dependendo do horário. O bilhete do trem custa US$ 8,50 e pode ser comprado nas máquinas da estação ou pelo aplicativo da NJ Transit. Ao chegar à Penn Station, há acesso fácil a metrô e hotéis.
Táxis e aplicativos também estão disponíveis no Newark, mas o preço varia mais do que no JFK, pois não existe tarifa fixa. Corridas até Manhattan costumam custar entre US$ 90 e US$ 130, dependendo do trânsito e do horário. É importante lembrar que pedágios entre Nova Jersey e Nova York, geralmente entre US$ 15 e US$ 18, são acrescentados ao valor final.
Assim como no JFK, o transfer privativo é uma alternativa possível.
LaGuardia Airport (LGA)
Diferentemente do JFK e de Newark, o LaGuardia não tem estação de metrô dentro do terminal. Para usar transporte público, é necessário pegar primeiro um ônibus urbano, como as linhas Q70, M60 ou Q47, que conectam o aeroporto a estações de metrô próximas. A linha Q70, por exemplo, liga o aeroporto às estações Jackson Heights–Roosevelt Avenue e 74th Street, onde passam várias linhas do metrô.
Táxis e aplicativos são boas alternativas, especialmente porque o aeroporto fica relativamente perto de Manhattan. Em condições normais de trânsito, a viagem até Midtown costuma levar 20 a 40 minutos. O preço varia conforme o tráfego, mas normalmente fica entre US$ 40 e US$ 70.
Outra opção são os shuttles compartilhados e os transfers privados, que levam passageiros diretamente até hotéis ou pontos específicos da cidade.
Onde ficar em Nova York

Escolher onde ficar em Nova York pode influenciar bastante a experiência de quem visita a cidade. Bairros como Midtown e Times Square concentram muitos hotéis e facilitam o acesso às principais atrações, enquanto regiões como SoHo, Chelsea e Lower Manhattan atraem viajantes interessados em um ambiente mais charmoso, com restaurantes, galerias e ruas agradáveis para caminhar. Há ainda boas opções no Brooklyn, cada vez mais popular entre turistas, e também em New Jersey, próximo ao MeatLife Stadium.
Abaixo, veja uma lista de hotéis bem avaliados em Nova York. Clique nos nomes para ver mais detalhes.
Bom custo-benefício
- POD TIMES SQUARE – Localizado em Midtown Manhattan, perto da Times Square e da Broadway, aposta em quartos compactos e funcionais. É uma opção prática para quem quer ficar no coração da cidade sem gastar tanto.
- HOTEL BEACON – No Upper West Side, em Manhattan, oferece quartos com pequenas cozinhas. A região é tranquila e fica perto do Central Park e do American Museum of Natural History.
- RIU PLAZA NEW YORK TIMES SQUARE – Instalado em Midtown Manhattan, a poucos passos da Times Square e da Broadway, tem quartos modernos e fácil acesso a restaurantes, teatros e estações de metrô.
- CITIZENM NEW YORK TIMES SQUARE – Próximo da Times Square, aposta em design moderno e tecnologia. Os quartos são compactos, mas bem planejados, e o hotel tem um bar panorâmico.
- ELEMENT TIMES SQUARE WEST – Localizado em Midtown Manhattan, oferece acomodações com pequenas cozinhas e café da manhã incluído.
É uma opção interessante para quem busca conforto e boa localização. - HILTON GARDEN INN SECAUCUS – Situado em Secaucus, em New Jersey, o hotel fica a poucos minutos de carro do MetLife Stadium. Tem quartos confortáveis, estacionamento e acesso relativamente fácil a Manhattan.
- COURTYARD BY MARRIOTT SECAUCUS – Em Secaucus, New Jersey, é alternativa prática para quem quer ficar perto do MetLife Stadium, com quartos modernos e acesso rápido às rodovias que levam a Manhattan.
Luxuosos
- THE PLAZA – Em frente ao Central Park, é um dos hotéis mais icônicos da cidade. Inaugurado em 1907, combina arquitetura histórica, quartos sofisticados e localização privilegiada perto da Quinta Avenida.
- THE PENINSULA NEW YORK – A poucos passos da Quinta Avenida, é conhecido pelo alto padrão de serviço. O hotel conta com spa, piscina coberta e um elegante bar no terraço com vista para os arranha-céus da cidade.
- PARK LANE NEW YORK – Situado em Central Park South, em Manhattan, oferece vistas privilegiadas do parque e design contemporâneo. A localização facilita o acesso a museus, atrações culturais e às áreas de compras da Quinta Avenida.
- RITZ-CARLTON NEW YORK NOMAD – Próximo do Madison Square Park, este hotel da rede Ritz-Carlton oferece quartos sofisticados, restaurante de alto padrão e lindas vistas.
- FOUR SEASONS HOTEL NEW YORK DOWNTOWN – Fica em Lower Manhattan, perto do One World Trade Center e do Hudson River Park. O destaque são as suítes amplas e o design contemporâneo – sem contar o serviço impecável.
MetLife Stadium

O MetLife Stadium fica em East Rutherford, no estado de Nova Jersey, dentro do Meadowlands Sports Complex. Apesar de estar fora dos limites de Nova York, o estádio fica a menos de 15 km de Manhattan, o que faz dele parte natural da dinâmica local. Durante a Copa do Mundo de 2026, a arena será palco de partidas importantes, incluindo o primeiro jogo do Brasil, contra o Marrocos, e a finalíssima da competição, em 19 de julho.
Inaugurado em 2010, o MetLife Stadium foi construído para substituir o antigo Giants Stadium, que ocupava o mesmo terreno. O projeto custou cerca de US$ 1,6 bilhão e foi financiado em parceria pelas duas equipes da NFL que usam o local como casa: o New York Giants e o New York Jets. Desde então, o estádio se consolidou como um dos maiores e mais modernos complexos esportivos dos EUA.
A capacidade oficial é de 82 mil espectadores, o que o coloca entre os maiores estádios da Copa de 2026 (atrás apenas do Azteca, na Cidade do México, e do AT&T Stadium, em Dallas). A estrutura inclui dezenas de camarotes, assentos premium, telões e uma ampla área de circulação com restaurantes, lojas e serviços variados.
Apesar de ter sido projetado para receber jogos da NFL, o MetLife Stadium já foi palco de partidas importantes de futebol. Entre elas, destacam-se as do Campeonato Mundial de Clubes de 2025, inclusive a final, quando o Chelsea bateu o Paris Saint-Germain, e da Copa América Centenário de 2016, com a disputa derradeira entre Chile e Argentina.
A arena também se tornou parada frequente de grandes turnês musicais internacionais. Artistas como Bruce Springsteen, Beyoncé, Taylor Swift, U2 e The Weeknd, entre muitos outros, já lotaram o estádio em diferentes ocasiões.
Jogos da Copa 2026 no MetLife Stadium (Nova York / New Jersey)
- 13 de junho (18h) – Brasil x Marrocos
- 16 de junho (15h) – França x Senegal
- 22 de junho (20h) – Noruega x Senegal
- 25 de junho (16h) – Equador x Alemanha
- 27 de junho (17h) – Panamá x Inglaterra
- 30 de junho (17h) – 32 avos (a definir)
- 5 de julho (16h) – Oitavas de final (a definir)
- 19 de julho (15h) – Final da Copa do Mundo 2026
Obs: horário local de Nova York
Como chegar ao MetLife Stadium
Apesar de estar localizado em East Rutherford, Nova Jersey, o MetLife Stadium tem fácil acesso a partir de Nova York, especialmente de Manhattan, onde a maioria dos torcedores brasileiros deve se hospedar. Durante a Copa do Mundo, haverá operação reforçada de transporte público e esquemas especiais para facilitar o fluxo das pessoas em direção ao estádio. Confira as melhores maneiras de se deslocar da Big Apple para a arena:
Trem
O meio de transporte mais recomendado é o trem da NJ Transit, que parte da Penn Station, em Manhattan. Em dias de evento, eles seguem até a Secaucus Junction, importante estação de conexão em Nova Jersey. De lá, os torcedores podem embarcar em um trem especial que parte até a estação Meadowlands Sports Complex, localizada a poucos minutos de caminhada do MetLife Stadium.
Ônibus
Outra alternativa é usar os ônibus especiais que partem da Port Authority Bus Terminal, também em Manhattan. O serviço será oferecido nos dias de jogos e promete deixar os passageiros nas proximidades do complexo esportivo. A viagem normalmente leva entre 20 e 30 minutos, dependendo do trânsito.
Táxi ou aplicativo
Quem preferir mais comodidade pode optar por táxis ou aplicativos de transporte, como Uber e Lyft. O trajeto entre Midtown Manhattan e o estádio costuma levar cerca de 30 a 40 minutos, variando conforme o trânsito. Em dias de jogos importantes, o tempo pode aumentar por causa do grande volume de veículos na região. Especialmente na saída, é preciso ter bastante paciência para retornar para Nova York.
Carro alugado
Também é possível chegar ao MetLife Stadium de carro alugado, já que o complexo conta com áreas enormes de estacionamento. Durante a Copa do Mundo, no entanto, o acesso de veículos particulares pode ter restrições ou exigir reserva prévia de vagas por preços um tanto quanto salgados. Também deve-se considerar o trânsito em excesso na chegada e na saída.
Fan Fest e áreas para torcedores

Nas edições recentes da Copa do Mundo, a FIFA e os comitês organizadores criaram grandes áreas oficiais para torcedores, conhecidas como Fan Fest ou Fan Zones. Esses espaços funcionam como pontos de encontro para acompanhar as partidas em telões gigantes e participar de uma série de atividades relacionadas ao futebol.
Na prática, essas áreas se transformam em grandes festivais urbanos durante o Mundial. Além da transmissão ao vivo dos jogos, costumam reunir experiências interativas, ativações de patrocinadores, apresentações musicais, espaços para crianças, venda de produtos oficiais e áreas gastronômicas com restaurantes e food trucks. O ambiente é pensado para receber torcedores de diferentes países, criando uma atmosfera coletiva semelhante à de um estádio.
Na Copa do Mundo de 2026, a região de Nova York e Nova Jersey contará com duas grandes áreas oficiais para fãs, cada uma com características próprias e montadas em áreas e períodos diferentes. Ambos os espaços devem receber milhares de visitantes ao longo do torneio e funcionarão como centros de celebração do futebol, reunindo moradores e turistas em torno do Mundial.
Queens
O bairro do Queens ganhará uma grande fan zone no complexo esportivo do USTA Billie Jean King National Tennis Center, onde acontece o US Open de tênis. Batizada de NYNJ World Cup 26 Fan Zone Queens, a estrutura será montada dentro do Louis Armstrong Stadium e funcionará entre 17 e 28 de junho de 2026, período que coincide com a fase inicial do torneio.
A proposta é transformar o local em um grande ponto de encontro para fãs de futebol, reunindo transmissões ao vivo das partidas, entretenimento familiar e atividades interativas ligadas ao esporte. Além de telões para acompanhar os jogos, a área contará com espaços de convivência, programação cultural, desafios para o público, opções de alimentação com vendedores locais e lojas de produtos oficiais da Copa. Quem for até lá terá uma grande oportunidade de curtir a diversidade cultural de Queens, um dos bairros mais multiculturais do mundo.
Rockefeller Center
Um dos principais pontos de encontro para torcedores durante a Copa será o Fan Village instalado no Rockefeller Center, em Manhattan. A proposta é transformar um dos complexos mais conhecidos de Nova York em um grande centro de celebração do futebol.
O espaço ocupará diferentes áreas do conjunto arquitetônico, incluindo a famosa praça do Rockefeller Center e o rinque de patinação, que será adaptado para receber atividades ligadas ao esporte. Telões de grande porte serão instalados para transmitir partidas ao vivo, permitindo que torcedores acompanhem os jogos em galera.
Além disso, o local oferecerá experiências temáticas dedicadas à história da Copa do Mundo. Os Channel Gardens, por exemplo, abrigarão uma exposição a céu aberto para celebrar países campeões, jogadores históricos e momentos marcantes do torneio.
Atrações gastronômicas, apresentações culturais e áreas interativas completam o leque de experiências. A Fan Village no Rockefeller Center funcionará de 4 a 19 de julho de 2026.
Tour de ônibus
Antes mesmo do início da Copa do Mundo de 2026, a organização local do torneio lançou uma iniciativa itinerante para levar o clima do evento a diferentes comunidades da região. Trata-se do Skyline to Shoreline Road Tour, um tour de ônibus que inclui uma série de atividades em diversas paradas.
A turnê foi lançada em 11 de junho de 2025 no Liberty State Park, em Nova Jersey, e percorrerá diversos bairros de Nova York e Nova Jersey nos meses que antecedem o Mundial. Entre as atrações previstas estão experiências interativas ligadas ao futebol, música ao vivo, distribuição de brindes, histórias locais ligadas ao esporte e experiências pop-up organizadas em festivais, parques públicos e eventos de bairro. Vale a pena ficar de olho na programação.
Bares e restaurantes para ver jogos da Copa de 2026

Assistir a jogos em bares e restaurantes cercado de torcedores é parte da experiência de qualquer Copa do Mundo. Em Nova York, não faltam endereços que reúnem telões, boas opções de comida e bebida e ambientes animados para acompanhar cada lance. Espalhadas por diferentes bairros, as casas costumam atrair fãs de várias nacionalidades e transformam todas as partidas em festa. Veja sugestões de lugares para curtir o Mundial.
- THE FOOTBALL FACTORY AT LEGENDS – Localizado em Midtown Manhattan, perto da Sixth Avenue, é um dos bares mais conhecidos da cidade para curtir partidas de futebol. O espaço dedicado ao esporte reúne torcedores de diferentes nacionalidades e transmite partidas em vários telões. Na Copa do Mundo, certamente será um ponto de encontro com bastante movimento.
- SMITHFIELD HALL NYC – Situado no bairro de Chelsea, próximo ao Madison Square Garden, é um pub irlandês bastante popular entre fãs de futebol. Conta com muitas telas espalhadas pelo salão e costuma atrair torcedores da Premier League, além de servir pratos clássicos de pub e boa seleção de cervejas. Na Copa, deve lotar.
- MERCURY BAR WEST – Instalado na Ninth Avenue, em Hell’s Kitchen, é um bar esportivo com ambiente descontraído e diversas televisões exibindo partidas ao longo do dia. O cardápio inclui hambúrgueres, sanduíches e cervejas.
- THE SOCCER REPUBLIC AT McHALE’S – Fica dentro do tradicional McHale’s Bar, em Midtown West, perto do Madison Square Garden. O espaço é dedicado ao futebol e costuma reunir torcedores para acompanhar partidas internacionais em clima animado. Promete agito na Copa.
- BANTER BAR – Localizado no bairro de Williamsburg, no Brooklyn, é um dos bares mais respeitados da cidade para assistir futebol e com promessa de lotação na Copa.
O ambiente informal reúne torcedores de várias nacionalidades e costuma ficar cheio durante grandes jogos. - BAR 43 – Situado em Sunnyside, no Queens, combina restaurante e bar esportivo com diversas televisões espalhadas pelo salão. Frequentemente transmite partidas internacionais e oferece menu variado com petiscos e bebidas.
- HIGHBURY PUB – Localizado no bairro de Ditmas Park, no Brooklyn, este pub faz referência ao antigo estádio do Arsenal em Londres e costuma reunir torcedores da Premier League e de outras ligas europeias em um ambiente divertido.
- STOUT NYC – Rede de bares esportivos com vários endereços na cidade. A unidade de Midtown, perto da Penn Station, é uma das mais frequentadas, com vários telões e ambiente ideal para acompanhar grandes eventos esportivos.
- KELLY’S SPORTS BAR – Bar clássico localizado em Upper West Side, em Manhattan, conhecido por atrair torcedores para acompanhar jogos internacionais. Oferece diversas televisões, clima descontraído e boa seleção de bebidas.
- CARRAGHER’S – Inspirado no ex-jogador do Liverpool Jamie Carragher, fica em Financial District, no sul de Manhattan. O ambiente reúne torcedores de futebol de várias nacionalidades e costuma transmitir partidas internacionais em telões.
- KENT ALE HOUSE – O interior acolhedor confere ao local uma atmosfera divertida em dias de jogos, e a profusão de TVs e mesas altas facilita a visualização. O bar é uma boa pedida para quem estiver em Williamsburg, no Brooklyn, durante a Copa.
Como acompanhar a Copa do Mundo 2026
Para companhar a Copa do Mundo de 2026, vale a pena entender como será a disputa, que pela primeira fez contará com 48 seleções distribuídas em 12 grupos de quatro equipes. A primeira fase terá 72 partidas disputadas em 16 sedes espalhadas por EUA, Canadá e México entre 11 e 27 de junho. Nesta etapa, o Brasil jogará em New Jersey / Nova York em 13 de junho contra o Marrocos, na Filadélfia em 19 de junho contra o Haiti e em Miami em 24 de junho contra a Escócia.
A partir daí, as duas melhores seleções de cada grupo e os oito melhores terceiros colocados avançam ao mata-mata, formando 32 times que disputarão partidas eliminatórias de 28 de junho a 3 de julho, em 14 cidades. Quem ganhar segue para as oitavas de final, que ocorrerão em oito estádios, entre 4 e 7 de julho. A partir das quartas de final, a Copa do Mundo terá jogos apenas nos EUA até a disputa do título, em 19 de julho, no MetLife Stadium.
Atrações em Nova York além da Copa

Entre um jogo e outro, vale a pena reservar tempo para explorar tudo o que Nova York oferece de melhor. A metrópole reúne alguns dos cartões-postais mais conhecidos do mundo, parques urbanos amplos, observatórios com vistas impressionantes, museus renomados e bairros cheios de personalidade.
Há ainda mercados gastronômicos, áreas históricas e ruas comerciais que ajudam a revelar diferentes facetas da cidade. Em uma viagem marcada pela Copa, essas experiências complementam o roteiro e mostram por que a dobradinha Big Apple e futebol é imbatível.
Cartões-postais

Nova York reúne alguns dos cartões-postais mais icônicos do planeta, com cenários que aparecem frequentemente em filmes, séries e fotografias. Por isso, mesmo quem visita a metrópole pela primeira vez acaba se deparando com imagens familiares. Durante a Copa do Mundo, alguns desses locais devem ganhar ainda mais relevância, funcionando como pontos de encontro naturais para torcedores e viajantes curiosos.
Entre os símbolos mais reconhecidos está a Estátua da Liberdade, instalada em uma ilha na entrada do porto de Nova York. Inaugurado em 1886 e oferecido pela França como presente aos EUA, o monumento se tornou um dos grandes emblemas da nação. A visita costuma começar com um passeio de barco a partir de Manhattan ou de Nova Jersey, revelando uma das vistas mais clássicas do skyline nova-iorquino.
Outro endereço clássico é a Times Square, conhecida pelos enormes painéis luminosos e pela intensa movimentação de turistas. A região concentra teatros da Broadway, lojas, restaurantes e artistas de rua, criando um cenário vibrante que nunca parece parar. Durante a Copa, é certo que a praça receberá grande concentração de torcedores.
A poucos quilômetros dali, o Madison Square Garden também faz parte do imaginário da cidade. A arena é palco de jogos da NBA e da NHL, além de grandes shows e eventos esportivos internacionais. Mesmo quem não entra para assistir a um espetáculo costuma incluir o local no roteiro pela importância que ele tem na cultura esportiva e musical dos EUA.
Outro cartão-postal histórico é a Brooklyn Bridge. Inaugurada em 1883, a ponte conecta Manhattan ao Brooklyn e oferece uma das caminhadas urbanas mais famosas da cidade. Percorrer sua passarela elevada permite observar o East River e admirar, com calma, o visual da Big Apple. Também dá para ir de bike.
Quem também deve servir como ponto de passagem para muitos torcedores brasileiros é a elegante Grand Central Terminal, estação que ostenta um saguão monumental e um famoso relógio central, que impressiona visitantes desde o início do século 20.
Já o Vessel, em Hudson Yards, representa a face mais recente da Big Apple, com uma estrutura futurista formada por escadarias interligadas que rapidamente se tornou um dos cenários mais fotografados de Manhattan.
Parques e áreas verdes

Nova York abriga amplos espaços ao ar livre que funcionam como refúgios urbanos. Entre arranha-céus e avenidas movimentadas, parques e áreas verdes se revelam como lugares ideais para caminhar, descansar ou simplesmente observar o ritmo da cidade. Durante a Copa do Mundo, esses espaços também devem servir como pontos de encontro para torcedores e visitantes que desejam aproveitar momentos de pausa entre um jogo e outro.
O mais famoso deles é o Central Park, que ocupa mais de 300 hectares no coração de Manhattan. Inaugurado em 1858, o parque reúne lagos, pontes, trilhas, gramados amplos e atrações culturais espalhadas por diferentes áreas. Caminhar por seus caminhos arborizados, alugar uma bicicleta ou simplesmente sentar em um dos gramados para observar o skyline ao redor são experiências clássicas de quem visita a cidade.
Outro espaço verde bastante frequentado é o Bryant Park, localizado atrás da Biblioteca Pública de Nova York, a poucos passos da Times Square. Menor e mais compacto, funciona como uma espécie de praça sofisticada no coração da cidade, com mesas, cadeiras, eventos culturais e programação sazonal que inclui cinema ao ar livre no verão e pista de patinação no inverno.
Entre as intervenções urbanas mais criativas de Nova York está o High Line, parque elevado construído sobre uma antiga linha ferroviária desativada no oeste de Manhattan. O belíssimo percurso passa por diferentes bairros e combina jardins suspensos, áreas de descanso, obras de arte públicas e mirantes voltados para o rio Hudson e a arquitetura da cidade.
Mais recente, o Little Island se tornou uma das novidades mais criativas e queridinhas da paisagem urbana nova-iorquina. Inaugurado em 2021 sobre pilares instalados no rio Hudson, o parque projetado por Thomas Heatherwick (o mesmo designer do Vessel) ao lado do Pier 57 tem formato irregular e reúne áreas verdes, caminhos sinuosos e um pequeno anfiteatro ao ar livre. Com gramados e bosques recortados por trilhas, o espaço rapidamente ganhou popularidade entre moradores e visitantes pela vista privilegiada do rio e, como não poderia deixar de ser, pelo visual ousado e diferente.
Observatórios

Ver Nova York do alto é uma das experiências mais marcantes para quem visita a cidade. Espalhados por diferentes pontos de Manhattan, os observatórios permitem entender melhor a dimensão da metrópole e revelam perspectivas impressionantes do skyline. Durante a Copa, esses mirantes também devem se tornar paradas disputadas por torcedores que desejam registrar a viagem com fotos panorâmicas da Big Apple.
Entre os mais tradicionais está o Empire State Building, inaugurado em 1931 e um dos arranha-céus mais famosos do planeta. Seus observatórios nos andares 86 e 102 oferecem vista panorâmica em todas as direções, permitindo identificar pontos como Central Park, Times Square, Brooklyn e a Estátua da Liberdade. O edifício também é conhecido pela iluminação noturna que muda de cor em datas especiais e grandes eventos. Será que ela ficará verde e amarela?
Outro mirante clássico é o Top of the Rock, no complexo do Rockefeller Center. O local oferece uma das melhores vistas da cidade, justamente por incluir o Empire State Building no horizonte e ter o Central Park em destaque ao norte. O observatório ocupa três níveis ao ar livre e conta com uma experiência chamada Skylift, plataforma que eleva visitantes a 275 metros de altura com direito a vistas desobstruídas da cidade.
Nenhum mirante da Big Apple é mais popular hoje, porém, do que o Summit One Vanderbilt, inaugurado em 2021 ao lado da Grand Central Terminal. O espaço combina observação com instalação artística imersiva por meio de paredes e pisos espelhados que multiplicam o reflexo da cidade. A visita inclui ambientes interativos, plataformas de vidro e áreas projetadas especialmente para fotografias.
No extremo oeste de Manhattan, o Edge, no complexo Hudson Yards, chama atenção pela arquitetura ousada. A plataforma triangular se projeta para fora do prédio, criando a sensação de estar suspenso sobre a cidade. Parte do piso é de vidro, permitindo observar as ruas dezenas de andares abaixo, enquanto o deque externo oferece vista ampla para o rio Hudson e o skyline.
Na região sul da ilha fica o One World Observatory, instalado nos andares superiores do One World Trade Center, o edifício mais alto dos EUA. O acesso já começa com elevadores que revelam a transformação do skyline ao longo das décadas. No topo, a vista alcança Manhattan, o porto de Nova York, a Estátua da Liberdade e bairros do Brooklyn e de Nova Jersey.
História e cultura

A Big Apple concentra alguns dos museus e instituições culturais mais importantes do planeta, reunindo acervos que atravessam séculos de história e diferentes movimentos artísticos. Entre galerias de arte, memoriais e teatros históricos, a cidade oferece experiências capazes de agradar quem gosta de grandes obras clássicas ou prefere produções contemporâneas.
Um dos endereços mais emblemáticos é o Metropolitan Museum of Art, ou The Met. Localizado na borda do Central Park, o museu reúne uma coleção gigantesca que inclui arte egípcia, esculturas clássicas, pinturas europeias e objetos históricos de diversas civilizações. Poucos quarteirões adiante, o Museu Americano de História Natural também impressiona com exposições dedicadas à evolução da vida na Terra, fósseis de dinossauros e grandes dioramas que reproduzem diferentes ecossistemas.
A cidade também abriga alguns dos museus de arte moderna mais influentes do mundo. O Museum of Modern Art (MoMA) apresenta obras icônicas de artistas como Van Gogh, Picasso, Warhol e Dalí, enquanto o Solomon R. Guggenheim Museum, projetado pelo arquiteto Frank Lloyd Wright, se destaca tanto pelo acervo quanto pela arquitetura em espiral que se tornou um marco de Manhattan.
Outro espaço cultural importante é o Whitney Museum of American Art, dedicado à produção artística dos EUA dos séculos 20 e 21. Instalado próximo ao parque elevado High Line, o museu combina galerias amplas, exposições contemporâneas e terraços que oferecem vistas interessantes da cidade.
A vida cultural de Nova York também passa pelos palcos da Broadway, região que concentra alguns dos teatros mais famosos do mundo. Assistir a um musical na área é uma tradição para visitantes e moradores, com produções que vão de clássicos consagrados a novos espetáculos que frequentemente se tornam fenômenos internacionais.
Já na região sul de Manhattan, dois marcos ajudam a contar capítulos importantes da história recente da cidade. O 9/11 Memorial & Museum preserva a memória dos ataques de 2001 e exibe duas cascatas instaladas no local em que ficavam as antigas torres do World Trade Center. Não longe dali, em Wall Street, o famoso Touro de Wall Street e a estátua Fearless Girl se tornaram símbolos populares do distrito financeiro e estão entre as esculturas mais fotografadas da cidade.
Compras e mercdos gastronômicos

Tudo bem que, para os brasileiros, Copa é Copa, mas uma vez em Nova York, vale a pena separar um tempinho entre um jogo e outro para fazer compras e explorar alguns dos mercados gastronômicos mais interessantes da cidade. Entre grandes lojas de departamento, avenidas repletas de vitrines famosas e espaços dedicados à comida internacional, há sempre algo novo para descobrir.
Um dos endereços mais conhecidos é a Quinta Avenida, que se tornou sinônimo de compras em Manhattan. Ao longo de seus quarteirões concentram-se lojas de marcas internacionais, espaços de artstas locais e flagships de empresas que transformam o passeio em um tour pelo que há de mais moderno no mundo da moda.
Outro clássico do comércio local é a Macy’s, loja de departamentos que ocupa um quarteirão inteiro na Herald Square. Inaugurada no início do século 20, é uma das maiores do mundo e reúne diferentes setores, que vão de roupas e acessórios a utensílios domésticos e artigos de beleza.
Para quem prefere procurar descontos, os outlets localizados nos arredores da cidade são paradas obrigatórias no roteiro. O Woodbury Common Premium Outlets, na região de Central Valley, e o Jersey Gardens, em Nova Jersey, reúnem dezenas de marcas internacionais de forte apelo e, embora não fiquem próximos, são acessíveis a partir de Manhattan. Vale a pena dedicar um dia a pelo menos um deles.
Nos últimos anos, a cidade também ganhou destaque pelos mercados gastronômicos, que combinam restaurantes, bares e lojas especializadas em alimentos. O Chelsea Market, instalado em um antigo complexo industrial no bairro de Chelsea, é um dos mais populares e reúne diferentes cozinhas em um mesmo espaço.
Outros exemplos são o Little Spain, criado pelo chef espanhol José Andrés no complexo Hudson Yards, e o elegante Tin Building by Jean-Georges, próximo ao South Street Seaport, que reúne restaurantes, mercados gourmet e bancas especializadas em alimentos. Já o conhecido Eataly celebra a culinária italiana com restaurantes, padaria, mercado e áreas de degustação que transformam a visita em uma experiência gastronômica completa.
Áreas turísticas

Parte do encanto de Nova York está justamente em caminhar sem pressa por seus bairros e descobrir regiões que revelam diferentes facetas da cidade. Entre ruas históricas, antigos distritos industriais revitalizados e áreas à beira do rio, alguns lugares se tornaram especialmente populares entre visitantes por concentrar restaurantes, arquitetura interessante, arte urbana e belas vistas do skyline.
Um dos exemplos mais conhecidos é o SoHo, bairro marcado por edifícios de ferro fundido do século 19 e ruas de paralelepípedos. A região combina galerias de arte, cafés, restaurantes e lojas de design, criando um ambiente animado que mistura cultura e comércio em um dos cenários urbanos mais fotografados de Manhattan.
Ali perto, dois bairros vizinhos ajudam a contar capítulos importantes da história da imigração na cidade. Little Italy preserva restaurantes tradicionais e celebrações culturais ligadas à comunidade italiana, enquanto Chinatown revela uma intensa vida comercial com mercados, lojas especializadas e restaurantes que servem desde dim sum até pratos clássicos da culinária chinesa.
Na região portuária do East River, o Pier 17 se tornou um ponto moderno de lazer com restaurantes, lojas e um rooftop que frequentemente recebe shows e eventos. Um pouco mais ao sul, a histórica Stone Street, uma das ruas mais antigas de Nova York, reúne bares e restaurantes instalados em construções do período colonial.
Já do outro lado do rio, no Brooklyn, o diveratido bairro de DUMBO ganhou fama pelas ruas de paralelepípedos, pelas galerias de arte e pela famosa vista da Manhattan Bridge enquadrando o skyline ao fundo. Nas proximidades, áreas como Williamsburg se destacam pela cena criativa, com cafés, brechós, murais de arte urbana, lojas vintage e vida noturna movimentada.
Para quem deseja explorar um lado mais descontraído da cidade, vale saber que a Big Apple também dá praia. O bairro à beira-mar de Coney Island reúne um parque de diversões histórico, calçadão animado e uma das faixas de areia mais tradicionais de Nova York. O cenário que mistura nostalgia, cultura popular e vistas abertas do Atlântico tem tudo para encantar na Copa.
Como ir de Nova York para outras sedes da Copa

Nova York será palco do primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo, em 13 de junho. Dali, ficará fácil seguir de trem ou carro para o segundo confronto, na Filadélfia, em 19 de junho. Já Miami, palco da terceira partida, em 24 de junho, está a pouco mais de três horas de avião da Big Apple, com vários voos diretos. E se a ideia é ver jogos em outras cidades, como Boston e Toronto, Nova York também funciona como um hub eficiente.
Filadélfia
A proximidade entre Nova York e Filadélfia torna o deslocamento bastante simples para quem pretende acompanhar o segundo jogo do Brasil. A distância entre as cidades é de cerca de 150 km
e pode ser percorrida em 1h30min de trem ou duas horas de carro, dependendo do trânsito. A opção mais prática costuma ser o trem da Amtrak, que parte da Penn Station e chega à 30th Street Station, uma das principais estações da Filadélfia.
Também existem alternativas mais econômicas, como os trens da NJ Transit combinados com a SEPTA, além de ônibus frequentes operados por empresas como Megabus e FlixBus. Para quem prefere dirigir, o trajeto segue principalmente pela I-95, rodovia que conecta as grandes cidades da Costa Leste dos EUA. A viagem é curta e permite até mesmo um bate-volta no mesmo dia para assistir a uma partida.
Miami
A terceira partida do Brasil será em Miami, na Flórida. Nesse caso, a forma mais prática de viagem é o avião. O trajeto desde Nova York leva pouco mais de três horas e conta com uma grande oferta de voos diários partindo dos aeroportos JFK, LaGuardia e Newark. Companhias como American Airlines, Delta e JetBlue operam diversas frequências ao longo do dia, o que facilita ajustar o deslocamento de acordo com o calendário dos jogos. Para quem tem mais tempo, também existe a possibilidade de fazer a viagem de carro em uma road trip pela costa leste dos EUA.
Outros destinos
Além de Filadélfia e Miami, Nova York facilita o acesso a outras sedes da Copa do Mundo de 2026. Boston, por exemplo, fica a cerca de 350 km ao norte e pode ser alcançada em 3h30min de trem pela Amtrak ou em pouco mais de quatro horas de carro. Toronto, no Canadá, também está relativamente próxima. A distância é de cerca de 800 km e pode ser percorrida em 1h30min de avião ou em nove horas de carro, cruzando a fronteira.
Para destinos mais distantes, a vantagem é a enorme conectividade aérea da cidade. A partir dos aeroportos de JFK, LaGuardia e Newark há voos diretos para outras sedes do torneio, incluindo Houston, Dallas, Los Angeles e até a Cidade do México.
Outras dicas de planejamento em Nova York

Quando planejo minhas viagens para Nova York ou outros destinos dos EUA, recorro a uma série de ferramentas de auxílio antes mesmo de fazer as malas. Assim, costumo comprar passagens aéreas mais baratas, alugar carros e reservar hotéis, bem como passeios, transfers e ingressos para atrações, com mais segurança e pagando menos.
É imprescindível também fazer um seguro viagem e comprar um chip de internet. Assim, você evita os gastos absurdos cobrados com saúde no país, caso algo fuja do previsto, e consegue usar internet ou telefone para se comunicar com quem está no Brasil, checar e-mails, postar fotos no Instagram, usar o WhatsApp e tudo mais.
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Já fez a reserva da passagem aérea para Nova York?
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Sabe onde ficará hospedado em Nova York?
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