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6 lugares incríveis para conhecer na América do Sul

14 de março de 2019

Por Redação

Quando planejam viajar para o exterior, muitos brasileiros automaticamente pensam em voos longos, cidades caras, câmbio desfavorável e países com idiomas bem diferentes do nosso. Sonham em conhecer Paris ou o Coliseu, sabem listar várias cidades dos Estados Unidos e até da longínqua Austrália, sem ao menos considerar as maravilhas que os países vizinhos guardam. E não são poucas.

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Com exceção de Chile e Equador, temos fronteiras com todos os demais países da América do Sul, o que possibilita inclusive uma viagem de carro com a família ou a turma de amigos. É possível ir parando em cada vilarejo, cachoeira, lago ou praia deserta, provar umas empanadas aqui, um dulce de leche ali. Sem falar que os custos, inclusive os da passagem aérea, são convidativos. O que não falta são excelentes motivos para conhecer a América do Sul.

Lugares para visitar na América do Sul

Ruta de los Siete Lagos, Argentina

Aventureiros de todas as nacionalidades são quase unânimes ao falar da Patagônia: é um dos lugares mais incríveis do mundo. A região é vasta e se espalha por milhares de quilômetros entre o sul da Argentina de do Chile. Um dos trechos mais fotogênicos é Ruta de los Siete Lagos. São cerca de 110km entre San Martín de los Andes à pequena Villa de la Angostura, a joia da Patagônia, já bem pertinho de Bariloche. Aqui está o encantado parque de Nahuel Huapi, cujas árvores de trocos “descascados” teriam inspirado os criadores do filme Bambi.

Os lagos, na verdade, são mais de dez, contados os que estão fora da estrada principal. Esta é bem sinuosa e exige atenção, principalmente se for inverno, quando pode ficar coberta de neve. No mais, é uma rota repleta de bosques, vales, vilarejos, chalés e bistrôs, porém, muito mais barata do que os alpes suíços.

Eje Cafetero, Colômbia

Viagem obrigatória para os amantes da bebida mais popular do Brasil. O “eixo do café” reúne uma infinidade de fazendas entre as pequenas Armênia, Pereira e Manizales, entre Cali e Medellín. Em pleno altiplano colombiano, o lugar é frio e famoso por produzir grãos arábica de primeira.

Cuenca, Equador

Trata-se de uma preciosidade muito bem guardada pelos Andes equatorianos. Cuenca é ao mesmo tempo universitária e tradicional e combina festas regadas a muita salsa e reggaeton à paz das montanhas. A culinária é um deleite. Há o famosíssimo cuy, espécie de preá assado inteiro, e as humitas, que parecem pamonhas, servidas com chá nos inúmeros cafés da cidade. O centro histórico guarda, bem conservados, exemplos de arquitetura colonial.

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Os vales e picos que circundam a cidade não perdem em nada para a Nova Zelândia. Talvez o maior expoente seja o Parque de Cajas, uma verdadeira maravilha andina com centenas de lagos. Quem gosta de trilhas e acampamento tem aqui um prato cheio. É preciso apenas estar atento à altitude. Se ela não afeta muito em Cuenca, nas trilhas do Cajas, ela passa dos 4 mil metros. Vale ressaltar que é uma das cidades mais baratas da lista.

San Pedro Atacama, Chile

A “capital” do deserto é um pitoresco vilarejo de adobe que parece ter escapado das páginas de Gabriel Garcia Márquez. Repleta de turistas, San Pedro é muito procurada por estar próxima às principais atrações do deserto do Atacama, como o Vale de la Luna, a Laguna Cejar e o vulcão Licancabur, este, já na fronteira com a Bolívia. É um dos desertos mais secos do planeta, ou seja, a observação de estrelas é um espetáculo à parte. Astrônomos amadores (e profissionais) vão amar.

Uyuni, Bolívia

O salar de Uyuni é o maior deserto de sal do mundo. A infinita planície branca funde-se ao céu, criando ilusões de ótica que rendem divertidas fotos. Quando chove, o chão vira um perfeito espelho do céu. A região, no extremo sul do país, também é salpicada por montanhas, lagos verde-água, cor de rosa. É melhor visitá-lo no verão ou na primavera, já que no inverno as temperaturas podem ser negativas.

Salto Ángel, Venezuela

Com quase 1km de queda, a cachoeira mais alta do mundo está bem pertinho do Brasil. Ou pelo menos da fronteira da Venezuela com Roraima. Chegar até ela não é tão simples. Exige um voo curto em pequenos aviões, mas o visual é deslumbrante. Aliás, assim é toda a região da Gran Sabana, sul da Venezuela, é assim.

A lista mostra que é possível fazer viagens inesquecíveis sem precisar sair da América do Sul. Além de poucas horas de voo, gasta-se bem menos levando em consideração as visitas aos Estados Unidos ou Europa.

Ao longo de todo ano, encontram-se passagens aéreas promocionais para o Chile, Colômbia e principalmente Argentina. A dica é ficar de olho nas promoções e, antes de comprar, pesquisar no site Maxmilhas.com.br, no qual é possível encontrar até 50% de desconto.