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Ilhas do Caribe começam a abrir para brasileiros; testes de covid-19 são exigidos

23 23-03:00 dezembro 23-03:00 2020

Por Redação

Algumas ilhas do Caribe reabriram as fronteiras para passageiros vindos do Brasil. É o caso de St. Maarten e St. Martin, que dividem o mesmo território, mas são países diferentes.

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Ilhas do Caribe abertas a quem chega do Brasil

St. Maarten

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St Marteen

 

St. Maarten, a porção holandesa da linda ilha caribenha dividida com St. Martin, voltou a receber quem voa desde o Brasil na segunda semana de dezembro.

Antes da entrada, os passageiros que chegam por via aérea – inclusive em trânsito – ou marítima devem preencher, obrigatoriamente, um requerimento por meio do Sistema de Autorização Sanitária Eletrônica. Esse formulário pode levar até 12 horas para ser processado.

Além disso, os viajantes de países classificados como de alto ou moderado risco (caso do Brasil no momento) devem ter um teste PCR negativo realizado dentro de 120 horas (cinco dias) antes de embarcar – ou um teste de antígeno realizado 48 horas antes da partida para St Maarten. Crianças menores de 10 anos e viajantes de países de baixo risco estão isentos de qualquer um dos testes acima mencionados.

Ao chegar ao destino, os passageiros de países de alto risco precisam de automonitoramento da temperatura corporal e de possíveis sintomas de gripe por 14 dias. Para aqueles de risco moderado, o prazo é de oito dias.

Se a estadia for mais curta, o viajante deve fornecer a informação durante o tempo em que está na ilha. Neste caso, um link diário por e-mail permitirá relatar os dados exigidos. Para entrar em St. Maarten, é recomendado carregar sempre um termômetro.

Se houver febre ou outros sintomas durante o período de automonitoramento, o visitante deve notificar as autoridades de saúde pública, que farão um teste de PCR. Caso o resultado seja positivo, o viajante deverá ficar isolado por 14 dias e as despesas geradas serão por sua conta.

St. Martin

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St Martin

 

A vizinha St. Martin, a porção francesa da região, também já liberou a entrada de quem chega do Brasil. Um acordo assinado entre o governo francês, a Agência Regional de Saúde das Ilhas do Norte e o Presidente do Clube do Turismo propõe a realização de um teste complementar para os turistas que forem a ilha e tiverem PCR superior a 72h.

Desde 5 de dezembro, St. Martin está oferecendo esse teste complementar gratuitamente aos visitantes internacionais. Ele pode ser realizado, inclusive, no hotel.

Aos poucos, os brasileiros começam a voltar a St. Martin graças ao voo da Copa Airlines, que já está operando para região. Ele parte de São Paulo e faz conexão na Cidade do Panamá.

Anguilla

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Anguilla

 

Os brasileiros estão aptos a entrar em Anguilla desde novembro, desde que atendam aos requisitos de aprovação prévia. É necessário visitar o site do Conselho de Turismo de Aguilha e preencher e enviar o Formulário de Autorização de Viagem. A partir daí, um concierge dedicado orientará cada candidato durante o processo.

Além disso, é preciso apresentar um teste PCR negativo colhido de três a cinco dias antes da chegada, juntamente ca um seguro de saúde que cobre viajantes internacionais, incluindo tratamento relacionado à covid-19. Além disso, todos os visitantes devem fazer um teste de PCR na chegada à ilha.

A partir daí, os hóspedes são obrigados a permanecer em seus quartos na propriedade anfitriã até receberem o resultado do teste administrado na chegada, o que geralmente ocorre em 24 horas. Com um resultado negativo, estão livres para fazer suas reservas e embarcar nas excursões e atividades aprovadas.

Em nota enviada à redação, os órgãos de saúde de Anguilla informaram os planos para a introdução de vacinas contra a covid-19 na ilha caribenha, seguindo o compromisso do Reino Unido de incorporar o destino e outros territórios ultramarinos nas compras para aquele país. Dessa maneira, as vacinas são esperadas na região até 19 de janeiro de 2021.

“Embora Anguilla tenha tido apenas seis casos de covid-19 e nenhuma morte, como recebemos visitantes de destinos globais, incluindo aqueles onde o vírus é prevalente, isso significa que a região continua vulnerável”, diz a Secretária Parlamentar Quincia Gumbs-Marie.

“No entanto, com os protocolos de teste em vigor, nossas instalações de saúde pública estão prontas para a introdução da vacina em janeiro. Estamos confiantes em nossa capacidade de gerenciar, tratar e conter qualquer incidência de vírus”, conclui.

 

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