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O ecoturismo vem ocupando um espaço cada vez maior no turismo internacional. O movimento aparece tanto no comportamento do viajante quanto nas projeções do setor: a Booking.com informou em abril de 2025 que 84% dos viajantes globais consideram importante viajar de forma mais sustentável, e 93% disseram querer fazer escolhas de viagem mais sustentáveis e já ter dado algum passo nessa direção. Em fluxos digitais que às vezes cruzam páginas como 1xbet registro, o dado que realmente importa é outro: a procura por experiências ligadas à natureza, ao contato local e a formas mais conscientes de viajar ganhou tração real.
Essa mudança não acontece isoladamente. A UN Tourism informou que as chegadas internacionais cresceram 4% em 2025, depois de o turismo global já ter recuperado níveis pré-pandemia em 2024. Em paralelo, o Fórum Econômico Mundial afirmou em seu relatório de 2025 que o setor de viagens e turismo entra em uma fase de novo crescimento, com expectativa de avanço anual de gasto ao redor de 7% na próxima década. Quando esse crescimento se junta à demanda por viagens mais responsáveis, o ecoturismo naturalmente ganha mais espaço.
O que está puxando essa alta
Uma parte importante desse avanço vem da mudança de prioridade do público. A própria Booking.com apontou que a consciência sobre o impacto do turismo nas comunidades cresceu e que a viagem mais sustentável deixou de ser assunto de nicho para virar critério mais presente no planejamento. Já a plataforma Partner Hub da empresa destacou em outubro de 2025 o aumento do foco em nature tourism, com interesse maior em experiências ligadas a paisagem, biodiversidade e conexão com ambientes naturais.
Também pesa o lado econômico. A Grand View Research calculou que o mercado global de ecoturismo foi avaliado em US$ 235,54 bilhões em 2023 e projeta que ele chegue a US$ 665,20 bilhões até 2030, com crescimento médio anual de 16% de 2024 a 2030. Isso ajuda a mostrar que o ecoturismo já não cresce apenas como discurso de imagem, mas como parte relevante do mercado de viagens.
O que esse movimento já mostra na prática
Alguns sinais deixam esse avanço mais claro:
- o viajante está mais atento ao impacto da viagem
- o turismo de natureza ganhou mais visibilidade comercial
- o setor global voltou a crescer com força após a recuperação
- experiências ao ar livre e mais imersivas ganharam valor
- o ecoturismo já aparece com projeções robustas de mercado
No turismo, isso muda a forma como destinos e empresas montam sua oferta. Já no universo das apostas, o efeito aparece de maneira indireta: quando um segmento cresce e ganha mais atenção pública, aumenta também o interesse em tendências de consumo, marcas ligadas a experiência e mudanças de comportamento do usuário. Não é o ecoturismo em si que puxa esse movimento, mas o peso maior que o tema passou a ter dentro da economia de viagens e lazer.
Um quadro rápido do momento
| Indicador | Sinal recente |
| Importância de viajar de forma sustentável | 84% dos viajantes globais |
| Viajantes que querem escolhas mais sustentáveis | 93% |
| Turismo internacional em 2025 | crescimento de 4% |
| Mercado global de ecoturismo em 2023 | US$ 235,54 bilhões |
| Projeção para 2030 | US$ 665,20 bilhões |
Os números apontam para a mesma direção: o ecoturismo vem ganhando corpo como escolha de consumo e como frente de crescimento do setor de viagens.
Para onde isso parece ir
A tendência mais visível é de continuidade. O turismo global já voltou a crescer, o público mostra mais atenção a impacto e a natureza ganhou força como tipo de experiência desejada. Isso não significa que todo viajante vá escolher apenas esse formato, mas indica que o ecoturismo deixou de ser alternativa lateral. Ele entrou de vez no centro de uma parte importante das decisões de viagem.