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Cinco legados para visitar em Nasca, no Peru

2 de julho de 2018

Por Redação

A cidade de Nasca, na região Ica, no Peru, é mundialmente conhecida por suas misteriosas linhas (visíveis somente do alto). O escritório de turismo do país separou cinco atrações bacanas que não podem faltar no roteiro de quem pretende visitar a região localizada no deserto do Sul do Peru. Confira:

  • Cahuachi – “O Vaticano Pré-hispânico”

A 50 minutos de carro da cidade de Nasca se encontra o maior centro cerimonial de barro do mundo. É um complexo arqueológico formado por um conjunto de pirâmides truncadas que cobre uma área de 24 quilômetros quadrados e que está, atualmente, sob investigação. No topo dos principais templos foram encontradas grandes salas com dezenas de colunas.

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  • Aqueduto de Cantalloc

Apenas a cinco quilômetros da praça principal, esta obra de engenharia hidráulica construída pelos antigos habitantes da região permanece em uso até hoje. Para sua construção, se utilizaram pedra de laje e troncos de huarango (árvore da espécie prosopis pallida) que resistiram à passagem dos séculos. No local é possível apreciar os arredores de 17 aberturas do aqueduto em forma de espiral.

  • Museu Didático Antonini

O museu exibe uma coleção de peças arqueológicas das diferentes etapas da cultura Nasca, descobertas durante as escavações realizadas no centro cerimonial de Cachuachi. É possível ver cabeças troféu, instrumentos musicais, têxteis e fardos funerários. Além disso, dá para apreciar o Bisambra, um exemplo do magnífico trabalho de engenharia hidráulica dos antigos habitantes da região.

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  • Necrópole de Chauchilla

Localizado a 27 quilômetros da cidade, este antigo cemitério é composto por 13 tumbas pré-Incas. Pelo lugar, é possível ver múmias em túmulos originais com peças têxteis e cerâmicas da época.

  • Linhas e geoglifos de Nasca e Palpa

Reconhecidas pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade em 1994, as famosas linhas e geoglifos se espalham por uma área de 450 quilômetros quadrados, oferecendo uma experiência inesquecível a mais de 270 mil visitantes que as apreciam todos os anos por meio de sobrevoos, torres metálicas ou mirantes naturais. Após 50 anos de pesquisa, a cientista alemã María Reiche chegou à conclusão de que se tratava de um calendário astronômico. Ainda que outros pesquisadores tenham outras versões, todos concordam que a grandeza dos Nasca ainda está em processo de descoberta.

Talía Barreda/Divulgação